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Galo: Cuca ganha coletividade e individualidades para o duelo contra o Cerro

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Galo, de Cuca, quer se recuperar vencendo o Boa Esporte — Foto: Douglas Magno / O Tempo

— Foto: Douglas Magno / O Tempo

O Atlético entra em campo nesta terça-feira (4) de olho na ponta do Grupo H e, pela primeira vez na Libertadores, menos pressionado. Contra o Cerro Porteño, do Paraguai, no Mineirão, às 19h15 (de Brasília), o time alvinegro chega com o coletivo e as individualidades em evolução, algo distante há duas semanas, antes da estreia na competição continental.

Nos dois últimos jogos, a vitória por 2 a 1 sobre o América de Cali, pela Libertadores, e os 3 a 0 sobre o Tombense, pelas semifinais do Mineiro, o time demonstrou uma importante melhora tática, apesar de ter atuado com equipes distintas.

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Além disso, a participação decisiva do atacante Hulk nestes jogos trazem alento ao time e aos torcedores, que sonham com o jogador da seleção e dos tempos de Porto e Zenit. Hulk atuou como um nove, alternando a movimentação e dando outra cara ao ataque alvinegro.

Nos dois últimos jogos, Hulk participou de todos os cinco gols do Atlético, seja dando assistência, sofrendo pênaltis ou marcando gols (fez três). Além do poder de decisão dentro da área, o jogador acrescenta ao time a finalização de fora da área com qualidade, além da referência no ataque.

Esquema

Já na parte tática, o que se viu do Galo diante do América de Cali, principalmente, foi um time mais determinado e consciente na questão da marcação. Poucas chances dadas ao adversário contribuíram muito para a equipe ter se mostrado mais tranquila dentro de campo.

E a tranquilidade fez com que o coletivo aparecesse com boas movimentações no ataque, setor que precisava deslanchar. As rápidas trocas de posições, boas infiltrações pelo meio e uma veloz transição da defesa para o ataque foram as principais evoluções na ideia de jogo implementada por Cuca, que é de dar liberdade aos seus jogadores de frente, sem se esquecer das recomposições defensivas.

Ponto negativo ficou por conta da lesão no tornozelo de Zaracho. O argentino, juntamente com seu compatriota Nacho Fernández, vinha sendo o destaque do meio-campo com bom poder de marcação, qualidade na saída de bola e chegada de trás com perigo para os arremates da entrada da área.

Cuca terá que encontrar o melhor substituto para Zaracho no elenco. As alternativas são a entrada de Allan, como primeiro volante, com Tchê Tchê ao lado e Nacho formando o meio-campo, ou Hyoran auxiliando Tchê Tchê na saída de bola e proteção à defesa.

Fato é que, para o duelo contra o Cerro Porteño, o trabalho de Cuca chega para uma partida no momento mais promissor desde o início da temporada.

Fonte: Super F.C.

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Escrito por

Redação Paranaíba Agora

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