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Exame descarta febre amarela em 2º macaco achado morto em Ibiá

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A Secretaria de Saúde de Ibiá, no Alto Paranaíba, enviou nesta quinta-feira (23) mais duas amostras de macacos mortos ao Instituto Evandro Chagas, no Pará. O objetivo é verificar se os animais morreram por febre amarela. O município já soma a localização de oito bichos, dos quais um teve a morte pelo vírus confirmada por exame laboratorial e outro teve a possibilidade descartada porque o resultado negativo saiu nesta quarta-feira (22).

O coordenador da Vigilância em Saúde local, Carlos Augusto Ribeiro, disse nesta quinta-feira que a estratégia adotada para o combate à doença na cidade permanece a mesma informada há uma semana, até que haja alguma nova confirmação laboratorial. “Já enviamos oito macacos”, confirmou.

O primeiro caso confirmado de morte de macaco por febre amarela constou no boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) no dia 15 último. Por causa disso, a Prefeitura reforçou as medidas de combate à doença.

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O macaco morto pelo vírus foi encontrado no dia 19 de janeiro na Fazenda Bela Vista, que fica em uma área rural próxima à BR-262, no sentido a Belo Horizonte.

Amostras do segundo macaco, achado morto na cidade no fim de janeiro, também foram enviadas ao laboratório. O resultado enviado ao Município nesta quarta-feira deu negativo para o vírus. Ibiá não tem nenhum caso suspeito de febre amarela em humanos.

Medidas
A confirmação de uma morte de um dos animais pela doença coloca Ibiá na categoria 3 na classificação criada pelo Ministério da Saúde para medir a gravidade de epidemia em cada cidade.

Taisa Quintino, coordenadora de Imunização na Vigilância em Saúde, órgão subordinado à Secretaria Municipal de Saúde, afirma que agora a vacinação na zona rural passa a ser feita com visitas de casa em casa.

“Antes a vacinação ocorria apenas em povoados próximos às fazendas. Agora amplia esse alcance. O mesmo acontece na área urbana. A vacinação de crianças, que normalmente só acontece a partir de nove meses, agora começa pelos seis meses de vida”, explicou.

Cartão de vacina
A situação aumenta o trabalho das equipes de saúde. Isso porque agora é preciso ter atenção ainda maior nas informações do cartão de vacinação.

Quem não tem a marca de recebimento da vacina contra febre amarela no cartão, recebe a dose. Mas existem riscos caso a pessoa já tenha se vacinado e tenha, por exemplo, perdido o cartão e se esquecido de que já tomou a dose.

“Se a pessoa perde o cartão, tem que reiniciar o esquema. É preciso ressaltar a importância de se guardar o cartão, porque é um documento muito importante. O excesso de vacina pode gerar efeitos adversos, às vezes até graves”, pontuou Taisa Quintino.

Fonte: G1 Triângulo

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Redação Paranaíba Agora

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