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Apático, Galo perde para Jorge Wilstermann no duelo de ida das oitavas em Cochabamba

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Lento, pouco agressivo, sem inspiração e com vacilo na defesa. A arrancada do Atlético nas oitavas de final da Copa Libertadores foi com derrota. O Jorge Wilstermann não foi um mandante que se impôs, mas soube aproveitar a chance que teve no primeiro tempo e marcou o gol solitário da vitória, no estádio Félix Capriles, em Cochabamba, na Bolívia. No restante da partida, o Galo não soube explorar as limitações do rival, não incomodou o goleiro Olivares.

Com a derrota de 1 a 0, o Atlético terá de apelar para a força do time no Independência. O jogo de volta será dia 9 de agosto. Antes, o Alvinegro terá oito compromissos pelo Campeonato Brasileiro (neste domingo, pega o Botafogo, no Rio) e uma partida decisiva pela Copa do Brasil, também contra o Alvinegro carioca, no dia 26 de julho, pelo jogo de volta das quartas de final – o Galo venceu a ida por 1 a 0.

Sem intensidade

Roger Machado apostou em jovens para montar o Atlético contra o Jorge Wilstermann. Com vários desfalques na zaga (Leonardo Silva, Felipe Santana, Erazo e Rodrigão estão lesionados), o treinador recorreu a Bremer, campeão da Copa do Brasil Sub-20 com o Galinho e que já havia atuado nas vitórias sobre Chapecoense e Cruzeiro, pelo Campeonato Brasileiro. No meio-campo, o garoto Yago foi mantido, mesmo com Adilson e Roger Bernardo à disposição. Esse último ficou ainda no banco de reservas como única opção para a zaga.


Com a bola rolando, o Atlético esteve longe de sofrer pressão dos donos da casa. Porém, o time foi instável defensivamente e improdutivo ofensivamente. Tentou marcar a saída de bola e criou sua melhor chance aos 19 minutos, em uma troca de passes entre Rafael Carioca, Fred e Robinho, que finalizou para fora.

Foi só. O ataque atleticano teve Fred isolado, Cazares apagado e Robinho errando quase todas as jogadas. Elias se aproximou pouco dos homens de frente. Houve muita troca de passes no meio-campo, mas sem evolução para a área adversária. Sem avançar, teve muito lançamento errado.

O Jorge Wilstermann explorou mais o lado esquerdo de ataque, principalmente com o brasileiro Serginho. Mas levava pouco perigo. Até que, aos 40 minutos, a defesa alvinegra vacilou. A bola foi lançada na área, nas costas de Yago. Bergese dominou e bateu cruzado. Gabriel salvou em cima da linha. No rebote, Álvarez, de meia-bicicleta, abriu o placar: 1 a 0.

No segundo tempo, o Atlético voltou com Valdívia no lugar de Robinho. Pouco mudou na equipe, que insistiu em bolas longas, sem surtir efeito. Ainda travado em campo, o Galo viu o Jorge Wilstermann reclamar pênalti aos sete minutos, quando a bola bateu na mão de Alex Silva na área.

Para dar mais fôlego ao time, Roger Machado sacou Elias aos 16 minutos para a entrada de Otero. Aos 29, trocou Fred por Rafael Moura. O Atlético esboçou alguns momentos de ataque. Somente aos 35 minutos levou perigo, com Rafael Moura cabeceando a bola na trave. Os bolivianos assustaram nos contra-ataques.

Fonte: Superesportes 

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