
Entenda
O histórico que levou a essa convocação é marcado pela recusa do governo federal em avançar nas negociações com os servidores, persistindo na proposta de reajuste zero para 2024. O 42°de Congresso do ANDES-SN, diante dessa situação, aprovou a construção de uma greve no primeiro semestre de 2024, com a perspectiva de uma greve unificada no funcionalismo público federal no mesmo ano.
A Aspuv seguiu essa orientação, realizando sua assembleia no dia 14 de março e aprovando o indicativo de greve para a primeira quinzena de abril. Em uma reunião do Setor das Instituições Federais de Ensino (IFES) do ANDES-SN, realizada em 22 de março, os representantes sindicais analisaram os encaminhamentos das assembleias de base e decidiram pela realização de uma nova rodada de assembleias, com a pauta da greve marcada para o dia 15 de abril.
Entre essas reivindicações estão a recomposição salarial, a retirada da reforma administrativa em tramitação como PEC 32, a reestruturação da carreira docente federal, a recomposição do orçamento das instituições federais de ensino, a revogação de medidas que impactam diretamente os direitos dos servidores e a qualidade dos serviços públicos, a oposição às terceirizações e a recomposição do quadro de servidores das universidades, além da revogação total do Novo Ensino Médio.
Folha da Mata











