
A operação teve como foco o combate a uma organização criminosa investigada pelos crimes de tráfico de drogas, extorsão e homicídio. No total, foram cumpridos três mandados de prisão temporária e seis de busca e apreensão em diversos endereços do município.
Os presos foram encaminhados à Delegacia Regional em Patos de Minas e, após os procedimentos legais, transferidos ao sistema prisional.
Organização criminosa e homicídio
As investigações apontam que o grupo atuava de forma estruturada, com divisão de funções voltadas ao tráfico de entorpecentes, extorsões e execuções violentas.
Entre os crimes atribuídos à quadrilha está o assassinato de um jovem de 23 anos, ocorrido em 20 de setembro deste ano, no bairro Bela Vista.
A vítima foi retirada à força de uma residência por dois homens armados, tentou fugir, mas foi alcançada e morta com cerca de dez disparos de arma de fogo.
O homicídio estaria relacionado a disputas internas pelo controle do tráfico e à cobrança coercitiva de dívidas de drogas.
Com base nas investigações, a Polícia Civil confirmou a ligação dos autores com o tráfico local, o que resultou na identificação e prisão dos envolvidos nesta sexta-feira.
O nome da operação
O termo Phobos vem da mitologia grega e significa medo ou pavor. Filho de Ares e Afrodite, Phobos simboliza o sentimento de temor.
O nome foi escolhido para representar o enfrentamento direto às ações criminosas que vinham causando medo e insegurança na população de Lagoa Formosa.
A operação foi coordenada pela Delegacia de Lagoa Formosa, com apoio da Delegacia Regional de Patos de Minas e da Polícia Militar, reforçando o compromisso das forças de segurança no combate às organizações criminosas e à violência na região.







