
A Justiça Eleitoral sustentou que o atual prefeito e candidato à reeleição em Arapuá estaria “utilizando das dependências e computadores do ente municipal, além dos serviços advocatícios de uma servidora, ocupante do cargo comissionado de Controladora Interna da Prefeitura Municipal de Arapuá, em sua campanha eleitoral e na defesa dos interesses do partido e apoiadores”.
Segundo as informações, foram recolhidas cópias de documentos da referida servidora, além de ter sido feitas cópias de todos os documentos presentes nos computadores do Controle Interno da Prefeitura Municipal. A Polícia Militar prestou apoio na diligência que, de acordo com as informações, ocorreu de forma pacífica.
A ação ainda foi acompanhada pelo advogado do partido que ajuizou a ação; a analista judiciária da Justiça Eleitoral e um técnico de informática, nomeado pelo Juiz Eleitoral, Denes Marcos Vieira de Carmo do Paranaíba.
O candidato à reeleição e a servidora da prefeitura terão um prazo de cinco dias para apresentar defesa, podendo assim, segundo a sentença, juntar documentos e rol de testemunhas nos termos do Art. 22, I, “a”, da Lei Complementar 64/90, bem como para ciência desta decisão, seguindo-se no mais os termos da referida norma.
Nossa redação entrou em contato com a representante do candidato à reeleição, João Terto (PP) na última sexta-feira (06) e até o fechamento desta matéria, não obtivemos retorno. Também tentamos fazer contato telefônicos com o prefeito e candidato, porém, as ligações não foram completadas, uma vez que o telefone estava fora da área de cobertura.
Pelas redes sociais, o candidato à reeleição e atual prefeito de Arapuá disse que a representação movida, ‘em nada abala’ sua candidatura e que ‘jamais praticou qualquer ato de abuso de poder político ou qualquer infração eleitoral que possa causar alguma mancha sua reputação’, ressaltou João Terto.
Texto: Gilberto Martins










