
O advogado Gustavo Virgílio, que trabalha na defesa de Diego Resende, apontou ilegalidades como a demora de mais de 30 horas para a conclusão de auto de prisão, a demora de mais de três dias para que prisão em flagrante fosse transformada em prisão preventiva e o prazo também de mais de 3 dias para a realização da audiência de custódia. Diego mais uma vez permaneceu em silêncio.
O pedido de liberdade provisória feito pela defesa, no entanto, não foi acatado. A Justiça não considerou como ilegalidades os prazos apontados pela defesa. Ao decretar a prisão preventiva de Diego, a juíza Solange de Borba Reimberg destacou a gravidade das ações do acusado, que apontam para a prática de crime de tortura, lesão corporal e homicídio e ressaltou a repercussão do caso.
Com a transformação da prisão flagrante em prisão preventiva, Diego deverá permanecer preso até o julgamento do caso. “Diante do histórico e especificidades, resta demonstrada a inaptidão ao convívio em sociedade, e, consequentemente, risco à ordem pública”, ressaltou a magistrada.
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