A Polícia Civil de Minas Gerais cumpriu cinco mandados de busca e apreensão, nesta quarta-feira (7), durante uma operação que investiga o furto de gado e a formação de associação criminosa no Noroeste de Minas. As ordens judiciais foram cumpridas em imóveis de Lagoa Grande e João Pinheiro, incluindo uma propriedade rural.
A operação foi realizada pela Delegacia de Polícia Civil de Presidente Olegário, com apoio de policiais civis de João Pinheiro e da Polícia Militar em Lagoa Grande.
A investigação começou após o furto de cinco bovinos de uma propriedade rural em Presidente Olegário. Segundo a PCMG, as diligências reuniram elementos que apontam para a atuação de um grupo com divisão de tarefas para o transporte, a guarda e a comercialização dos animais.
As investigações também identificaram tratativas que, conforme a polícia, indicariam uma possível articulação para novos furtos de gado na região.
Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam uma caminhonete Ford F-1000, apontada nos autos como o veículo utilizado no transporte dos bovinos furtados.
A Polícia Civil havia solicitado à Justiça a prisão preventiva de cinco investigados: quatro homens, de 26, 37, 39 e 44 anos, e uma mulher, de 28 anos. Os pedidos de prisão, no entanto, foram indeferidos. A Justiça autorizou somente o cumprimento das medidas de busca e apreensão.
Os cinco investigados foram indiciados pelos crimes de furto de gado e associação criminosa. Segundo a PCMG, as penas máximas previstas para os delitos, somadas, podem chegar a 13 anos de reclusão.
As investigações continuam para verificar a possível participação dos indiciados em outros furtos de gado registrados na região e identificar eventuais receptadores e outros envolvidos.









