
Segundo as informações repassadas à nossa redação, foram apontados diversos erros cometidos pela Copasa como o atraso no cumprimento do cronograma e entrega de obras de coleta e tratamento de esgoto na cidade, sendo que no distrito de Quintinos nenhuma obra foi realizada.
Também foi detectada a inexistência de uma casa de desinfecção UV que, de acordo com o relatório final, o esgoto coletado é devolvido para o meio ambiente sem a eliminação dos coliformes fecais, contribuindo assim para a contaminação de até 30 km toda a produção e a produção que vivem às margens do rio Paranaíba e do córrego do Taboão.
Além dessas irregularidades apontadas, também foi constatado que houve falta de fiscalizado por parte do poder executivo municipal durante o processo de concessão do serviço. Dessa forma, por consequência houve a alta cobrança da taxa de esgoto e da água tratada.
Ainda segundo de acordo com o vereador, o relatório agora sendo para aprovação dos demais vereadores e, se for aprovado, ele será encaminhado para o Ministério Público para que seja iniciada uma ação judicial pedindo a imediata suspensão da taxa de esgoto e a devolução do que já foi cobrado da população.
O relatório também deverá ser encaminhado para a Prefeitura Municipal, sugerindo que o prefeito Dr. César, assuma a postura como manda a lei e que posicione contra os descumprimentos das cláusulas contratuais por parte da Copasa.
De acordo com o Albert, ele e os demais membros da CPI defenderam o interesse do cidadão carmense e que eles têm todo o embasamento técnico e jurídico para oferecer e fornecer aos órgãos que podem executar as ações sugeridas.
Texto: Gilberto Martins













