Suspeito de tráfico é preso durante patrulhamento em Rio Paranaíba Jovem de 22 anos é morto a tiros após discussão em São Gotardo Rio Paranaíba fica entre as cinco cidades que mais geraram empregos em MG e supera Uberlândia Motociclista de 20 anos morre após bater em poste na Avenida Fátima Porto, em Patos de Minas Motorista dorme ao volante e carro tomba na MG-187, em Serra do Salitre Carmo do Paranaíba recebe nova viatura da Polícia Militar e reforça estrutura de segurança Hulk rescinde contrato com o Atlético e encerra ciclo histórico no clube Jovem com tornozeleira é preso após disparos durante cortejo fúnebre em Patos de Minas
Sicoob

Vacina da Pfizer recebe registro definitivo da Anvisa

LATICINIO
prefeitura
seucarro

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu o registro definitivo para a vacina da Pfizer. Em comunicado, o órgão regulador diz que o imunizante teve “segurança, qualidade e eficácia” atestados por seu corpo técnico.

Trata-se do primeiro registro de vacina contra a Covid-19 para uso amplo na América do Sul.

Agrocarmo
psi
Ivan Madeiras
estacao

Segundo a Pfizer, 2,9 mil voluntários participaram dos testes clínicos de sua vacina no Brasil. No mundo todo, foram 44 mil participantes em 150 centros de seis países, incluindo África do Sul, Alemanha, Argentina, Estados Unidos e Turquia. Resultados da terceira e última fase de testes do imunizante, divulgados em novembro, apontaram eficácia de 95% contra o novo coronavírus.

No Brasil, as vacinas de Oxford, parceria com a AstraZeneca e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e do Instituto Butantan, fabricada em parceria com a Sinovhac, já tiveram uso emergencial autorizado.

O pedido de registro definitivo feito pela Universidade de Oxford ainda está em análise. A Anvisa tem 60 dias para concluir o caso, e o processo teve início em 29 de janeiro.

Bolsonaro x Pfizer

Em encontro com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), representantes da Pfizer disseram que não aceitam as exigências impostas pelo governo Bolsonaro para a compra das vacinas contra a Covid-19.

Uma das cláusulas do contrato apresentado pela farmacêutica exigiria que o governo brasileiro respondesse judicialmente a eventuais ações judiciais em caso de efeitos adversos da vacina uma vez que a Anvisa liberou o uso amplo do imunizante no país. O Ministério da Saúde não concorda. Mas o parlamentar mineiro busca destravar o impasse e permitir assim que seja feita a compra de vacinas da Pfizer.

Fonte: O Tempo

COMPARTILHAR:

Goldnet
Escrito por

Redação Paranaíba Agora

O portal Paranaíba Agora completa oito anos levando informação com responsabilidade e credibilidade para todo Alto Paranaíba.