Influenciador Zeca Corredor grava em Rio Paranaíba e divulga pontos da cidade para mais de 300 mil seguidores Polícia Militar garante segurança no “Trilhão das Abelhas” em Arapuá Suspeito de tráfico é preso durante patrulhamento em Rio Paranaíba Jovem de 22 anos é morto a tiros após discussão em São Gotardo Rio Paranaíba fica entre as cinco cidades que mais geraram empregos em MG e supera Uberlândia Motociclista de 20 anos morre após bater em poste na Avenida Fátima Porto, em Patos de Minas Motorista dorme ao volante e carro tomba na MG-187, em Serra do Salitre Carmo do Paranaíba recebe nova viatura da Polícia Militar e reforça estrutura de segurança
Sicoob

Supremo decide hoje sobre acesso de Lula a mensagens de Moro

LATICINIO
prefeitura
seucarro

Lula foi condenado por Moro a 9 anos e meio de prisão no caso do triplex do Guarujá

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) julga nesta terça, 9, se mantém ou revoga a decisão do ministro Ricardo Lewandowski, que autorizou a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a ter acesso ao material apreendido pela operação Spoofing.

A investigação mira um grupo de hackers que invadiu celulares e copiou conversas de autoridades – entre elas o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro e procuradores da força-tarefa da Lava Jato.

Agrocarmo
psi
Ivan Madeiras
estacao

Nesta segunda-feira, 8, a defesa de Lula enviou ao STF o laudo preliminar de uma nova perícia feita nas mensagens. No documento que acompanha a perícia, a defesa do ex-presidente observa que as mensagens encaminhadas ontem foram selecionadas em razão de sua “relevância”.

“Esse novo conjunto de mensagens encontradas reforça que o então juiz Sérgio Moro orientava e era consultado rotineiramente para a prática dos atos de persecução, notadamente em relação ao Reclamante”, diz o documento.

A defesa pretende usar as conversas para reforçar as acusações de que Moro agiu com parcialidade e encarou o ex-presidente como “inimigo” ao condená-lo a 9 anos e meio de prisão no caso do triplex do Guarujá. Na outra ponta, ex-juiz e procuradores insistem que o material não foi periciado oficialmente e que a prova não tem validade jurídica por ter sido “obtida por via criminosa”.
Continua depois da publicidade

Na véspera do julgamento, a defesa rebateu os argumentos dos procuradores. Os advogados Cristiano Zanin, Valesca Martins, Maria de Lourdes Lopes e Eliakin Santos argumentam que elementos de prova para comprovar ou reforçar teses defensivas independem da origem.

“De fundo, lícito ou ilícito, o que de fato importa ao Reclamante é que o Estado detém sob sua custódia relevantes elementos de prova que informam as canhestras acusações forjadas perante o juízo universal de Curitiba”, diz trecho da manifestação de 15 páginas.

O tema foi pautado pelo presidente da Segunda Turma, ministro Gilmar Mendes, a pedido do próprio Lewandowski, relator. Além dos dois ministros, participam do julgamento os colegas Edson Fachin, Cármen Lúcia e Nunes Marques.

Argumento

A decisão de Lewandowski não deu acesso a Lula a todo o material apreendido na Operação Spoofing – apenas aos trechos que pudessem ter relação com os processos aos quais o petista responde na Lava_Jato.

Os fundamentos usados por Lewandowski para atender o pedido foram atenção aos princípios do contraditório e da ampla defesa.

Fonte: Estado de Minas

COMPARTILHAR:

Goldnet
Escrito por

Redação Paranaíba Agora

O portal Paranaíba Agora completa oito anos levando informação com responsabilidade e credibilidade para todo Alto Paranaíba.