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Secretaria de Saúde de Carmo do Paranaíba tranquiliza população sobre caso de hantavírus

Município reforçou que paciente foi diagnosticado em fevereiro e que todas as medidas de monitoramento foram adotadas pela Vigilância Epidemiológica
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A Secretaria Municipal de Saúde de Carmo do Paranaíba divulgou uma nota oficial para esclarecer informações sobre o caso de hantavírus registrado no município em fevereiro deste ano. O comunicado foi publicado após a repercussão estadual da confirmação da primeira morte por hantavirose em Minas Gerais em 2026.

Segundo a Secretaria, o caso ocorreu ainda no mês de fevereiro e foi devidamente acompanhado pela Vigilância Epidemiológica desde os primeiros atendimentos. A confirmação laboratorial foi realizada pela Fundação Ezequiel Dias (FUNED) no dia 20 de fevereiro de 2026.

No comunicado, o município reforçou que o caso registrado em Carmo do Paranaíba não possui qualquer relação com o surto ocorrido no navio Hondius, situação que ganhou repercussão nacional recentemente. Conforme a nota, inclusive existe a possibilidade de os casos estarem relacionados a cepas diferentes do vírus.

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A Secretaria destacou ainda que o período máximo de incubação da hantavirose pode chegar a até 60 dias, prazo já ultrapassado em relação ao caso registrado no município, o que afasta preocupações sobre possível disseminação relacionada ao episódio.

De acordo com a nota oficial, todas as medidas preventivas e ações de monitoramento necessárias foram adotadas imediatamente após a notificação do caso pela Vigilância Epidemiológica.

O paciente apresentou inicialmente sintomas compatíveis com outras doenças virais, como febre, dores no corpo, dor de cabeça e mal-estar geral. Posteriormente, houve agravamento para um quadro respiratório grave, característica possível da hantavirose.

Após receber atendimento médico e ser transferido para uma unidade hospitalar de referência, o paciente evoluiu para óbito.

A hantavirose é considerada uma zoonose viral rara e é transmitida principalmente pelo contato com secreções de roedores silvestres infectados, especialmente fezes e urina. A infecção costuma ocorrer em ambientes rurais, galpões fechados, depósitos e locais com presença desses animais.

Entre os principais sintomas da doença estão febre, dores musculares, dores nas articulações, dor de cabeça, náuseas e dificuldade respiratória, podendo haver agravamento rápido em alguns pacientes.

Na nota, a Secretaria Municipal de Saúde reforçou a importância das medidas preventivas, orientando a população a manter ambientes limpos e ventilados, evitar contato direto com fezes e urina de roedores e utilizar equipamentos de proteção durante limpezas em locais com possível infestação.

O município também ressaltou a importância da divulgação responsável de informações para evitar desinformação e tranquilizar a população diante da repercussão do caso.

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Escrito por

Redação Paranaíba Agora

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