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Racionamento de água, em meio ao período de seca, aumenta em mais regiões de Minas Gerais

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Aumenta o número de cidades do interior com racionamento de água por causa da seca. Em Belo Horizonte e na Região Metropolitana, moradores reclamam, mas a Copasa nega o problema. Nesta semana, o governo de Minas admitiu, pela primeira vez, que há racionamento na região do Vale do Rio Doce.

O jornal da Itatiaia desta quinta-feira (23) traz um recorte de como está a situação da água ou a falta dela pelo estado. Confira:

Leste de Minas

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No leste de Minas, conforme informações da Copasa, a cidade de Bugre terá racionamento de água até o próximo dia 27. O motivo é a queda da vazão do posto que abastece a cidade. O racionamento ocorre por prazo de 24h a partir das 8h. A cidade foi dividida em duas regiões para que o racionamento ocorra alternadamente de dias ao longo da semana. O rodízio na cidade, segundo o site da Copasa, ocorre desde 16 de agosto.

Em nota, a Copasa afirmou que o abastecimento de água tratada na região do Vale do Rio Doce é realizado normalmente e, até o momento, está descartada qualquer situação de racionamento.

Em Governador Valadares, a captação de água é feita no Rio Doce pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE). Em nota, a autarquia informou que para se antecipar aos efeitos da estiagem fez manutenções preventivas em suas estações de tratamento de água e providenciou a compra antecipada de materiais para garantir o pleno funcionamento dos dois conjuntos de bombas flutuadores.

Disse ainda que a captação de água no Rio Doce se mantém em 900 litros por segundo. Considerando o nível do Rio, não há risco de desabastecimento em Governador Valadares, o que só poderia vir acontecer se faltar energia elétrica fundamental para o funcionamento das bombas.

Triângulo mineiro 

No Triângulo Mineiro, o maior impacto provocado pela crise hídrica ocorre em Uberaba. Conforme a Companhia Operacional de Desenvolvimento Saneamento e Ações Urbanas, ações são tomadas para amenizar o alto consumo de água provocado pela estiagem que assola o município. Entre as ações  está o fechamento dos 11 centros de reservação da cidade.

O intuito é garantir o equilíbrio do reabastecimento dos reservatórios e consequentemente garantir o abastecimento à população. Inicialmente os reservatórios ficaram fechados apenas nas madrugadas durante 4 horas e depois com 6 horas intercalando pelo menos duas vezes na semana para cada um dos 11 centro de reservação.

O rio Uberaba o principal manancial de abastecimento público da cidade começou a apresentar estresse hídrico em virtude da seca histórica que atinge a região Sudeste do Brasil.

Em Araguari,  a Superintendência de Água e Esgoto aponta que devido à falta de chuva tempo seco e calor associada ao crescimento da população flutuante que circula pelo município o consumo de água triplicou e os reservatórios não conseguem se recuperar.

Sul de Minas 

Nas últimas semanas, as chuvas mais significativas caíram em pontos isolados do Sul de Minas e foram insuficientes para repor o nível dos rios que abastecem as cidades. Existe risco de desabastecimento e alguns municípios já fazem o racionamento.

Este é o caso de Ouro Fino, que desde agosto mantém as bombas de captação desligadas durante parte do dia. Outra cidade que enfrenta o problema é Lavras. A Copasa alerta para possíveis interrupções no fornecimento de água por conta da falta de chuva.

Região dos Inconfidentes

Na região dos Inconfidentes, os bairros mais altos de Mariana são os que mais sentem os impactos da crise hídrica, e os moradores lutam há dias contra a falta de água em suas casas. De acordo com o diretor do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Mariana, Ronaldo Camelo, esta é a pior crise dos últimos 80.

Para evitar o desabastecimento completo, a Prefeitura de Mariana tem disponibilizado caminhões pipa e ampliado as ações de fiscalização com o objetivo de coibir o desperdício.

Em Ouro Preto, a crise há também política. A gestão do saneamento básico local foi concedida para iniciativa privada em 2020, mas o processo licitatório é alvo de CPI na Câmara Municipal. Muitos bairros e distritos de Ouro Preto relatam desabastecimento ou que a água não chega em quantidade suficiente para encher as caixas das residências.

Grande BH

Apesar de não haver um racionamento oficial de água em Belo Horizonte e região metropolitana, muitos são os relatos de moradores da cidade sobre a constante falta de água em alguns locais específicos. Na capital mineira, os bairros Jaqueline, na região Norte, e o Betânia, na região Oeste, são um dos afetados.

Na Grande BH, há registro de falta da água em Betim, Contagem, Esmeraldas, Igarapé, Juatuba, Ribeirão das Neves, Sarzedo e Vespasiano. Entretanto, segundo a Copasa o volume armazenado de água nos reservatórios do sistema Paraopeba, que abastece a região metropolitana, garante até o momento a estabilidade no fornecimento de água na região metropolitana, o que descarta racionamentos.

Fonte: Rádio Itatiaia

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Escrito por

Redação Paranaíba Agora

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