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Quadrilha que aplicava golpes pela internet é presa em João Pinheiro

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A polícia prendeu cinco pessoas em João Pinheiro suspeitas de integrar uma quadrilha que aplicava golpes pela internet. Segundo as investigações, o grupo fez diversas vítimas em todo estado estima-se que o prejuízo seja superior a 2 milhões de reais.

A quadrilha foi presa na última quinta-feira (6) enquanto acontecia o Fórum Regional, em João Pinheiro. Oito pessoas foram levadas para a delegacia de Belo Horizonte, entre elas Carlos Francisco Gomes, 40 anos, acusado de ser chefe da quadrilha, Janaine Ferreira da Silva, 31, João Francisco Gomes, 45, Marizan Francisco Gomes, 51, e Elison Euclides Braga, 32. Outras três pessoas foram detidas, mas liberadas em seguida.

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O grupo gerenciava um esquema de venda de carros pela internet a preços bem mais baixos do que o oferecido no mercado, geralmente pick-ups e camionetes. Só que os veículos anunciados não existiam. Segundo o delegado Márcio Lobato, a partir dos anúncios os criminosos realizavam uma negociação e o líder da organização passava o telefone de uma suposta empresa que intermediava o processo com o banco.

“Quem atendia essa segunda empresa era o irmão dele, o João, integrante da organização criminosa que enganava as vítimas fazendo com que elas passassem documentos e o dinheiro. E ao depositar, passava por contas de dois, três laranjas antes de retornar para elas de forma limpa”, conta.

Além disso, a quadrilha praticava o crime do falso empréstimo pela internet. Os criminosos criaram vários sites falsos de financeiras. “As pessoas eram enganadas e acabavam mandado antecipadamente um dinheiro a título de seguro e garantias para que fosse liberado o empréstimo. Eles são muito bem articulados e isso impressionou muito a polícia”, relata o delegado.

Após a denúncia de uma das várias vítimas, a Polícia Civil passou a investigar a quadrilha por seis meses. Desde então, estima-se que mais de 100 pessoas tenham sido lesadas pelos criminosos, em um prejuízo estimado em 2 milhões de reais.

Fonte: JP Agora
Fotos: Polícia Civil

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Escrito por

Redação Paranaíba Agora

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