
Segundo o prefeito, em dezembro, após relatos de moradores, uma equipe da Prefeitura de Rio Paranaíba foi até o local e retirou o forro de madeira para avaliar a situação das vigas de ferro. A vistoria constatou que a estrutura estava comprometida, o que levou à interdição da ponte por segurança.
Inicialmente, ficou definido que a Prefeitura de Carmo do Paranaíba faria o termo de cooperação técnica entre os dois municípios para divisão de custos da obra. No entanto, em fevereiro, de comum acordo, Rio Paranaíba assumiu a responsabilidade pela documentação. De acordo com o prefeito, o processo está na fase final de análise jurídica.
O prefeito explicou que a obra é complexa e de alto custo. A estrutura atual é semelhante a um chassi de caminhão e está no local há cerca de 30 anos. A proposta é manter o mesmo modelo estrutural. Caso fosse feita uma solução convencional em concreto, seria necessário refazer cabeceiras e a obra poderia levar mais de um ano. O uso de vigas de madeira também foi descartado devido ao vão superior a 10 metros, o que exigiria escoramento por baixo, tornando o serviço mais demorado e arriscado.
Outro entrave apontado é a dificuldade em encontrar empresas que aceitem executar esse tipo específico de estrutura. Além disso, o período chuvoso impede o início imediato da obra, por risco aos trabalhadores.
O prefeito afirmou que compreende as reclamações, reforçou que não há omissão por parte da administração e citou outras pontes reformadas recentemente no município. Informou ainda que há outras três pontes aguardando obras na zona rural, que também dependem do fim do período de chuvas.
Por fim, Major Adriano pediu compreensão da população e garantiu que a ponte será recuperada para restabelecer o acesso entre os municípios.
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