Morador protocola denúncia por quebra de decoro parlamentar contra vereador de Arapuá Projeto Encantar transforma educação com música e já impacta centenas de alunos Sicoob Credicarpa marca presença em encontro de mulheres cooperativistas em Araxá Bar é arrombado durante a madrugada e criminoso furta duas televisões em Carmo do Paranaíba Suspeito de furtar hortifrúti é preso novamente após invasão e furto em loja no Centro de Carmo do Paranaíba Homem é preso após furtar dinheiro de frutaria no bairro Lagoinha, em Carmo do Paranaíba Homem com mandado de prisão é preso por roubo e tráfico de drogas em Carmo do Paranaíba PCMG e PMMG cumprem mandados em Carmo do Paranaíba e Patos de Minas durante operação sobre furto de celular
Sicoob

Polícia Militar prende filho de 18 anos por estupro contra a própria mãe na zona rural de Presidente Olegário

LATICINIO
prefeitura
seucarro

Um jovem de 18 anos foi preso nesta quinta-feira (13), pela Polícia Militar (PM) por estuprar a própria mãe, de 34 anos, na região do Distrito de Santiago, município de Presidente Olegário. Ele foi autuado por estupro e violência doméstica. O crime ocorreu na quarta-feira (12), mas a Polícia Militar só foi acionada no dia seguinte após familiares convenceram a vítima para acionar a polícia.

De acordo com a ocorrência policial, a vítima de 34 anos, relatou que retornava do trabalho na tarde de quarta-feira (13), e que ao passar no Distrito de Santiago de Minas, encontrou o filho bebendo em um bar, que o chamou para irem embora para casa em uma fazenda próxima e que no trajeto realizado a pé, o filho disse estar bastante exictado e que queria gozar, sendo repreendido pela mãe.

“Eu repreendi, dizendo que era sua mãe e ele não devia falar aquilo”, que nesse momento ele agarrou e arrastou-a para uma vegetação e um cafezal; sendo agredida (socos e enforcamento) e obrigada a praticar sexo oral, e que chegou a perder a consciência por alguns instantes, que ao retornar a mesma, ele arrancou-lhe suas roupas, praticando com ela sexo vaginal” relatou a mãe aos militares.

Agrocarmo
psi
estacao

Ainda de acordo com a ocorrência policial, a vítima disse que conseguiu desvencilhar e pediu ajuda, sendo socorrida por duas testemunhas que a encontraram em uma estrada toda suja de terra, com os cabelos despenteados, olhos inchados e dizendo que iria morrer. Ela entrou no carro das testemunhas que a levaram até a fazenda, deixando-a com o seu esposo.

O esposo da vítima disse aos militares que estava trabalhando na fazenda, quando sua esposa e as testemunhas chegaram e informaram acerca dos fatos; que levou a companheira para casa e percebeu que o filho estava escondido em uma mata próximo a residência, sendo que passou a noite toda em vigília, temendo que o filho atentasse contra a vida da esposa. O pai relatou que na quinta-feira (13) pela manhã, o filho adentrou na casa e ele questionou o mesmo do ocorrido, momento que ele evadiu rumo a uma mata.

A vítima relatou aos militares que não acionou a polícia, anteriormente, em virtude de constrangimento, sendo posteriormente convencida pelo esposo e seus familiares. Diante dos relatos os policiais iniciaram diligências para localizar o autor, sendo o mesmo localizado em uma residência no Distrito de Santiago de Minas e ao ser informado dos fatos disse que não se lembrava e que se recorda apenas que passou a noite em um barracão da fazenda e que de manhã, retornou pra casa, sendo indagado pelo pai evadiu para Santiago de Minas.

Os militares prenderam o autor e o encaminhou para a Delegacia de Plantão da Polícia Civil pelos crimes de estupro e violência doméstica. Autor e vítima passaram por atendimento médico no Hospital Municipal Darci José Fernandes.

Nota da Polícia Civil de Minas Gerais

Em razão do estupro sofrido por uma mulher, 34 anos, na noite de 12/6/2024, na zona rural de Presidente Olegário, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), na tarde de ontem (13/6), ratificou a prisão em flagrante de um homem, de 18 anos, filho da vítima, por estupro e violência doméstica.

Já acerca do prazo para a conclusão das investigações, a PCMG esclarece que, em tese, são 30 dias, no entanto, a depender da complexidade das diligências a serem realizadas, o período poderá ser prorrogado.

A PCMG salienta que, em razão da natureza dos fatos, crime contra a dignidade sexual, o inquérito tramitará sob sigilo.

Sobre a situação prisional dos investigados, a fonte é a Sejusp

PO Hoje – Juarez Martins

COMPARTILHAR:

Goldnet
Escrito por

Redação Paranaíba Agora

O portal Paranaíba Agora completa oito anos levando informação com responsabilidade e credibilidade para todo Alto Paranaíba.