
Com foco no combate aos incêndios florestais e na prevenção de queimadas, a operação busca sensibilizar a comunidade sobre os riscos, danos e prejuízos causados por essas práticas irregulares. As autoridades destacam que provocar incêndios que coloquem em risco o bem alheio e a vida é considerado crime, sujeito a penalidades criminais e administrativas.
Queimadas controladas, quando necessárias, devem ser realizadas apenas com autorização e sob acompanhamento rigoroso do Instituto Estadual de Florestas (IEF), seguindo critérios específicos para minimizar riscos e impactos ambientais.
A operação, que se estende até o final de agosto de 2024, conta com a atuação de aproximadamente 900 policiais do Batalhão de Polícia Militar de Meio Ambiente (BPM Mamb), além de agentes da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD), IEF, CEDEC e outros órgãos.
Durante a operação, a Polícia Militar de Meio Ambiente orienta a população sobre os graves prejuízos ambientais causados pelo desmatamento incorreto, especialmente através de queimadas. Entre os impactos estão a diminuição da penetração e retenção da água no solo, redução do volume de água nas nascentes, aceleração da erosão e o assoreamento de corpos d’água.
Os incêndios e queimadas também provocam o desligamento de linhas de transmissão de energia elétrica, empobrecimento do solo, destruição da vegetação natural, morte de animais, poluição de rios e do ar, e, consequentemente, uma diminuição na qualidade de vida de todos. Além disso, queimadas ao longo das rodovias representam um risco significativo de acidentes.
Para evitar incêndios florestais e queimadas, a população é orientada a apagar restos de fogo em acampamentos, não jogar fósforos ou pontas de cigarro acesos próximos a vegetação, manter lotes limpos sem o uso de fogo e, ao avistar um foco de incêndio, avisar os bombeiros através do número 193. Em caso de crime de queimada, as denúncias podem ser feitas pelos números 190, 193 ou 181.









