
O inquérito da PF se deu após queixa-crime do STF, que detectou a ação criminosa por meio de seu setor de tecnologia.
De acordo com as investigações, no dia 23 de março do ano passado, três pessoas aproveitaram-se de uma vulnerabilidade no site da rádio para acessar os servidores e, em consequência o e-Supremo, sisgtema de consulta de peças processuais da Corte máxima do Judiciário brasileiro.
De acordo com a Polícia Federal, os investigados podem responder por invasão de dispositivo informático e interrupção ou perturbação de serviço telegráfico, radiotelegráfico ou telefônico, impedimento ou dificultação de restabelecimento dos serviços. Além disso, o crime de corrupção de menores também vai ser investigado, já que um dos envolvidos teria menos de 18 anos.
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