
De acordo com o Delegado Érico Rodovalho, Dione teria se aproximado da vítima que estava comendo um sanduíche junto de outros amigos e disparado por sete vezes. Todos os projéteis atingiram a vítima que acabou falecendo ao entrar no Hospital Regional. O delegado ressaltou que o atirador estava mesmo com intenção de matar Wellington, já que todos os disparos atingiram a vítima em várias partes do corpo.
O delegado informou que, no dia do crime, a própria Polícia Militar já o apontava como autor dos disparos. As investigações prosseguiram e testemunhas oculares e familiares ouvidas na delegacia também indicaram que Dione seria o atirador. Diante disso, a Polícia Civil representou pela prisão do acusado o que foi deferido pela justiça. O policial explicou que Dione estava foragido desde junho deste ano.
O delegado explicou que o motivo do crime seria por dívida de drogas. Dione também concedeu entrevista negando que tenha qualquer participação no homicídio. “Como eu vou abraçar aquilo que eu não fiz”, afirmou. Mas o policial tem a convicção de ter sido ele o assassino. “Inclusive, ele fez uma tatuagem com a letra “B” de “Bad”, que seria o apelido de Wellington, juntamente com uma cruz. Houve até uma postagem no facebook se vangloriando pelo homicídio”, disse o policial. Dione disse que a tatuagem se refere a uma tia.
Ele vai responder por homicídio qualificado preso no Presídio Sebastião e também deve ser indiciado por falsidade ideológica. Dione confessou que realmente usou o nome do irmão quando foi abordado pelos policiais. Ele não explicou o motivo da mentira. O delegado acredita que ele já sabia que existia um mandado de prisão contra ele e por isso teria mentido o nome para escapar da prisão.
Fonte: Patos Hoje











