O Município de Paracatu está em estado de calamidade pública devido à estiagem e a crise no abastecimento de água. O decreto foi publicado no dia 22 de setembro, quando os reservatórios da cidade estavam em “baixos níveis”, com 45 centímetros de profundidade.
A decisão foi tomada após um parecer da Defesa Civil. Segundo o prefeito de Paracatu, Igor Santos (DEM), a partir do decreto de calamidade pública, a cidade tem mais poder de ação e cobrança em relação à falta d’água.
“A situação que agora se avizinha é grave e temos consciência de que podemos sofrer fortemente com a falta d’água. No que depender da gestão, a Copasa não terá um minuto de descanso”, comentou o prefeito.
Atual situação
Na última sexta-feira (8) o nível registrado foi 3 cm menor, com 42 cm de profundidade. Porém, houve uma chuva na cabeceira do rio e uma nova medição será realizada para averiguar a situação.
O que diz a Copasa
Em nota, a Copasa disse que “o abastecimento de água na cidade de Paracatu está sendo feito normalmente. A Companhia reforça que monitora constantemente os níveis de seus reservatórios e que as recentes chuvas têm contribuindo para a recuperação dos mesmos”.
O estado de calamidade é o nível mais grave de atenção possível, em âmbito municipal. Segundo o decreto, ele ocorre devido à situação de emergência provocada pelo “desastre natural climatológico”, causado pela estiagem e os baixos índices de chuva no município.
O documento é valido por 180 dias, a partir da data de publicação, no último dia 22 de setembro.
Fonte: g1










