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Minas Gerais descarta 450 toneladas de ovos fecundados como medida preventiva contra gripe aviária

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O Governo de Minas Gerais anunciou neste sábado (17) o descarte de 450 toneladas de ovos fecundados na região Centro-Oeste do estado como medida preventiva diante da confirmação de um foco de gripe aviária de alta patogenicidade (IAAP) no Brasil. A medida visa garantir o controle sanitário e proteger o setor avícola mineiro, considerado um dos mais produtivos do país.

A decisão foi tomada após reunião emergencial entre representantes da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), que discutiram ações frente à detecção da doença em uma granja comercial da cidade de Montenegro, no Rio Grande do Sul, anunciada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) na última quinta-feira (15).

Os ovos fecundados, que seriam utilizados para a produção de aves e não para o consumo humano, foram rastreados até granjas de Minas Gerais. Com base no Plano de Contingência da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade, firmado entre União, Estados e setor produtivo em 2022, as autoridades estaduais decidiram por sua eliminação, como forma de impedir qualquer possível disseminação do vírus.

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“A iniciativa mostrou-se necessária para manter o controle sanitário e garantir a contenção e erradicação da doença, além de preservar a capacidade produtiva do setor”, informou o governo estadual em nota. Ainda segundo a Seapa, novos descartes não estão descartados, já que o rastreamento completo dos ovos oriundos da granja gaúcha ainda está em andamento.

Primeiro foco da gripe aviária em granja comercial no Brasil

Na sexta-feira (16), o Mapa confirmou o primeiro caso de gripe aviária em uma granja de produção comercial no Brasil, na cidade de Montenegro (RS), localizada a cerca de 60 km de Porto Alegre. Até então, os casos registrados no país haviam ocorrido em aves silvestres.

A pasta reforçou que o consumo de carne de aves e ovos continua seguro, pois não há risco de transmissão da doença por meio da alimentação. O risco de infecção em humanos também é considerado baixo, atingindo principalmente pessoas com contato direto com aves contaminadas.

As ações de contenção foram imediatamente iniciadas pelo Mapa, com o objetivo de erradicar o foco e manter o status sanitário do Brasil, essencial para a continuidade das exportações e a estabilidade do mercado avícola nacional.

O caso serve como alerta para o setor produtivo, que deve redobrar as medidas de biossegurança e vigilância sanitária em granjas e criadouros de aves em todo o país.

Com informações da Rádio Itatiaia

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Redação Paranaíba Agora

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