
De acordo com o boletim de ocorrência, mesmo impedido de exercer a advocacia, o homem se apresentava como responsável pelos processos judiciais dos jovens, demonstrando conhecimento detalhado sobre o andamento das ações. Com isso, ganhou a confiança das vítimas ao afirmar que os valores referentes a acordos judiciais poderiam ser repassados diretamente a ele, garantindo que se encarregaria da quitação junto à Justiça.
Convencidos da veracidade das informações, os jovens contrataram os supostos serviços do acusado em fevereiro de 2025 e passaram a realizar transferências via Pix, cada um ultrapassando R$ 2.000. Além disso, foi realizado um pagamento conjunto de cerca de R$ 1.600, que teria como finalidade o cumprimento de um acordo judicial. O prejuízo total chega a aproximadamente R$ 6.600.
Diante da suspeita de golpe, os jovens registraram a ocorrência e informaram que pretendem acionar a Justiça para tentar reaver os valores pagos e responsabilizar o acusado pelos danos.






