
Conforme o registro policial, a vítima caiu na esteira transportadora onde foi esmagada pelo cavalete do motor redutor. Na chegada da PM, o corpo da vítima ainda estava entre a esteira e o moto redutor, com grande ferimento na cabeça.
De acordo com uma testemunha, de 40 anos, ela e a vítima separavam batatas dos detritos que eram despejados pela caçamba. Naquele momento, a esteira, que estava parada para os trabalhos de separação, teria começado a funcionar e arrastado Rafaela rapidamente. Não teria dado tempo de outras pessoas desligarem o equipamento.
Essa testemunha relatou ainda que não viu a vítima caindo, apenas ouviu seu grito enquanto era arrastada. Isso porque existe uma barreira entre a esteira que Rafaela foi arrastada e o local que os trabalhadores separam as batatas.
Já outra testemunha, de 23 anos, explicou que o equipamento pode ser ligado e desligado por alguém, mas que também pode começar a funcionar automaticamente, desde que programados.
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