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Jeremias Brasileiro: Irmandade dos Saberes e Sabores – Historia de um patrimônio afro-brasileiro

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2 de novembro de 2022
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Ao iniciarmos uma pesquisa no ano de 2013, com apoio da FAPEMIG, sobre hábitos alimentares de pessoas idosas vinculadas à Irmandade do Rosário de Uberlândia, não tínhamos a dimensão apropriada do alcance que tal estudo poderia proporcionar. Pensávamos que o mesmo ficaria focado nas memórias de jantar, no entanto, à medida que o trabalho ia avançando e o número de personagens aumentava, algumas falas terminavam por se completar em outras quando a discussão se concentrava na produção de alguns pratos, entre os quais nós destacamos a macarronada. Este prato tão típico e comum para quase todos os participantes da referida pesquisa, chamava a atenção quando nós observávamos um discurso comum em todas as falas: “o gosto da macarronada não é mais o mesmo”, “o gosto de antigamente era bem melhor do que o gosto de hoje”.

Faz sentido nesse contexto nos indagarmos se realmente o que se propõe nos dias de hoje como algo saudável e bom para saúde pode ser, de fato, o que todos almejam e assumem enquanto tal. Se ao dialogarmos com pessoas que poderíamos considerar simples do ponto de vista científico, acadêmico, conseguem acessar com muita profundidade as motivações que levaram às alterações dos “gostos das coisas”, como das macarronadas a partir de um emaranhado de situações que envolvem desde a chuva, o capim, o leite, os insumos e a produção do queijo.

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Ivan Madeiras

Evidente que os tempos de fazenda no passado tanto quanto os momentos atuais de urbanidade, quando nós falamos de hábitos alimentares, são tempos muito diferentes, no entanto seria um equívoco desconsiderar que as pessoas não se movimentam de forma unânime, cegamente submissas, enfim, a uma lógica de mercado alimentar consumidor que pelo justo fato de que consumir os produtos alimentícios de hoje é melhor do que aqueles que nossas bisavós, nossas avós e nossos pais sexagenários tinham como base alimentar, ou não, em seus cotidianos.

No caso da macarronada, a tradição de fazê-la não é mais a mesma devido ao surgimento ou acrescimento de outros produtos como a carne moída e para além disso, a problemática do queijo não ser tão curado, não trazer as essências do passado, a presença da manteiga, da gordura, daquilo que passava sabor à macarronada, dando ao prato um sabor diferenciado em decorrência de um queijo bom, propiciado pela produção de um tipo de leite quase artesanal. O quase artesanal sabor do queijo curado está fixado na memória das pessoas como rememorações de um modo de fazer macarronada cujo gosto não se consegue mais atingir o paladar dos entrevistados.

Se por um lado, a mudança do gosto da macarronada está associada às transformações ocorridas no campo, refletidas nas diferenças atuais de produção do queijo, este menos saboroso, por questões climáticas – secas prolongadas, pastagens ruins – e, sobretudo devido ao uso do capim braquiária em substituição ao capim gordura e jaraguá – estes dois últimos faziam com que as vacas produzissem um leite de melhor qualidade – de outro, podemos pensar até que ponto o aumento de produção em escala acelerada para suprir o mercado consumidor, modificou também o processo de produção do macarrão.

São surpreendentes as conexões negativas ou positivas que identificamos nas diversas falas dos entrevistados a partir de seus suportes de memórias e experiências práticas de vida. Notamos, por exemplo, que o óleo (de soja) passa pelos acréscimos de sódio para limpar as impurezas provenientes dos produtos químicos, adubos, herbicidas que contaminam o solo, agrotóxicos comumente utilizados durante o plantio, o crescimento, colheita e armazenamento dos grãos.

Na realidade esse sódio se transforma em outro tipo de veneno que termina por comprometer a saúde das pessoas. Uma de nossas entrevistadas diz das implicações do uso de determinados óleos em frituras: “- ouvi contar que num restaurante (…) na hora da limpeza dos restos das frituras (…) aparecia aquela gosma assim tipo plástico né, do resto dos óleos das frituras, agora imagine essa gosma, essa coisa né, que estrago num faz no estômago da gente né!”. (Entrevista realizada em junho de 2013).

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Uma operação da Polícia Militar de Minas Gerais in Uma operação da Polícia Militar de Minas Gerais intensificou o combate ao tráfico de drogas e resultou na apreensão de uma grande quantidade de entorpecentes na madrugada desta segunda-feira (12), em Rio Paranaíba.

A ação teve início após a PM receber informações de que uma mulher estaria transportando drogas do município de Lagoa Formosa com destino a Belo Horizonte. Diante da denúncia, as equipes desencadearam uma operação e passaram a monitorar veículos que trafegavam pela região.

Durante a ação, um ônibus intermunicipal de transporte de passageiros foi abordado nas proximidades do trevo de Rio Paranaíba. No momento da fiscalização, uma das passageiras apresentou nervosismo excessivo e tentou enviar diversas mensagens pelo celular, o que levantou suspeitas por parte dos policiais.

Após a conferência dos bilhetes de passagem e das bagagens, os militares realizaram buscas nas malas da suspeita, onde localizaram diversas barras de entorpecentes. Ao todo, foram apreendidos aproximadamente 25 quilos de drogas, sendo 24 barras de maconha e uma barra de pasta base.

Diante dos fatos, a mulher recebeu voz de prisão e foi encaminhada, juntamente com o material apreendido, à Delegacia de Polícia Civil, onde foram adotadas as providências legais cabíveis.
Na sexta-feira (10/01/2026), durante visitas aos h Na sexta-feira (10/01/2026), durante visitas aos hospitais de Patos de Minas para levantamento de informações sobre as vítimas do grave acidente com ônibus ocorrido no dia 06/01, a equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi informada por uma assistente social sobre uma situação comovente envolvendo duas crianças, de 5 e 8 anos.

As crianças estavam envolvidas em um acidente registrado no dia 08/01, que resultou em uma vítima fatal, e demonstravam profunda tristeza por acreditarem que seu animal de estimação, a calopsita “Chico”, havia morrido no ocorrido.

Sensibilizados, os policiais iniciaram diligências e buscaram informações junto às equipes que atuaram no atendimento do acidente. A boa notícia veio após contato com os operadores do guincho, que informaram que a calopsita havia sido encontrada viva, em meio às ferragens do veículo.

Como os pais das crianças permanecem internados no Hospital Regional Antônio Dias, os policiais conduziram as crianças e a tia responsável até o local para o reencontro com o animal. A calopsita Chico foi encontrada saudável e bem cuidada, trazendo alívio e alegria em meio a um momento difícil para a família.
O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, por O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, por meio da 2ª Companhia de Atendimento em Campos Altos, realizou na noite desta sexta-feira (09/01), por volta das 23h, a captura de um animal silvestre no município de São Gotardo.

A ocorrência foi registrada em uma residência, onde um tamanduá-mirim foi encontrado acuado sob o tanque de lavar roupas, no interior do imóvel. Segundo os bombeiros, o animal não tinha possibilidade de sair espontaneamente, o que representava risco de estresse ao próprio animal e de contato involuntário com os moradores.

A guarnição realizou a contenção utilizando equipamentos de proteção individual e técnicas adequadas para manejo de fauna silvestre. O tamanduá foi capturado sem ferimentos, acondicionado em caixa de transporte apropriada e, posteriormente, solto em área de habitat natural compatível, distante da zona urbana e em local seguro.
Um princípio de incêndio mobilizou a Polícia Milit Um princípio de incêndio mobilizou a Polícia Militar e Corpo de Bombeiros em Carmo do Paranaíba após acionamento para uma ocorrência em um galpão industrial. No local, os militares constataram que o fogo não atingiu a estrutura da fábrica, ficando restrito a um pequeno amontoado de serragem em área externa, nos fundos de uma fábrica de móveis.

Para o controle das chamas e realização do rescaldo, foram utilizados aproximadamente 600 litros de água. A rápida intervenção evitou que o fogo se alastrasse e causasse danos maiores ao imóvel ou a áreas vizinhas.

O responsável pela fábrica esteve no local e foi orientado pelos policiais sobre os riscos e a proibição de realizar queimadas de lixo ou resíduos dentro do perímetro urbano. Esse tipo de prática representa perigo à segurança pública, podendo provocar incêndios de grandes proporções, atingir imóveis próximos, causar danos ao meio ambiente e oferecer riscos à saúde da população, além de configurar infração passível de penalidades.

Não houve registro de feridos nem de danos estruturais à fábrica.
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