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Jeremias Brasileiro: Animais que são fieis até na hora da morte

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2 de novembro de 2022
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Imagem ilustrativa: Gabriel Alves.Na Várzea Grande era por demais conhecido e estimado o Burro Branco do Sô Tunico de Algodão. O burro era branco, porque outra cor não se via nele. E o Sô Tunico era de algodão, por causa, não só da brancura da pele albina, mas também do cabelo dele que sem o chapéu também sempre branco parecia algodão desfiado.

As notícias do Burro Branco do Sô Tunico de Algodão eram prosas dos mais velhos quando caía o sol da tarde e, nas esquinas, os velhos acocorados se punham a prosear, assim como se estivessem num colóquio de finalização de algum assunto, o Zé Fornáia e o Zé Jiló. Zé Fornáia voz de gente saudosista iniciava a conversação:

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Ivan Madeiras

–  Era um burro bão aquele sô! Mais aí também que burro bravo, indecente e incompreendido com a gente.

Tinha certo uma questão de procedência os pensamentos do Zé Fornáia, mas é claro que havia empatia entre o Burro Branco e o Sô Tonico de Algodão, daí que não se dava para saber se a pirraça do burro com Zé Fornáia era por razões de tratamento ou até de sentimento, que Zé Fornáia, como ele mesmo dizia, não tratou direito o burro conforme relatava ao primo parente distante Zé Jiló:

– Que num é de se vê, Zé Jiló, que o tal burro me deu canseira, tudo por causa de que esqueci que estava montado nele e mandei esporas nas ancas dele? Zé Jiló, acabrunhado com a falta de cuidado do primo, respondeu:

– Mas home de deus, ninguém nunca botô ispora no burro? que se assucedeu com ocê? Zé Fornáia não teve como fugir e reconheceu sua desdita: – É meu primo, foi assim que adescobri que as cacetadas das tristezas nesta vida, faz a gente entender a vida de outro jeito.

Zé Fornáia cabisbaixo e envergonhado memorizou os pensamentos para responder sem gesto de humilhação e já que era preciso falar o assucedido na beira da margem do rio Água Grande, voz bem baixa, quase a sussurrar contou:

– Daí que errei, errei não, a bem da verdade esqueci mesmo a esporada sem querer que dei no burro. Foi então que ele deu a dispará ribancera baixo alouquecido e num repente (silêncio, pausa, suspiro) ele empacou! Empacou de frente Zé Jiló! Bem de frente duma moita de capim gordura que escondia uma espinheirama e eu caí desajeitado de lá. Foi uma arranhação, uma machucação, espinheira me pegou de todo lado sô, no pé, no braço, barriga, bunda, tudo quanto lugá, Zé Jiló.

Zé Jiló, que conhecia bem o burro, – Cá lá, o Burro Branco que comia gabiroba e num dispensava mangava também, que se visse flô de juá na beira do brejo ele comia a flô na maió das eleganças? Eita burro diferenciado, hein, Zé Fornáia?

O Burro Branco do Sô Tonico não gostava do Zé Jiló, menos ainda do Zé Fornáia; com eles no arreio o burro trotava desengonçado e fazia o leite derramar pelas tampas dos latões trazidos de manhã para entregar litros aqui, litros acolá para o povo do arraial. O burro fazia pirraça, laçá-lo era uma peleja, bem diferente era com Sô Tonico, uma harmonia feito carne e unha dos pés, de vivências de muitas eras passadas, o Burro Branco era assim tão erado quanto era o Sô Tonico de Algodão.

E num suspiro de suspense Zé Fornáia arrematou a prenunciação surgida lá no início da prosa: – Pois deveras que uns dias depois, sete ou nove talvez, o burro sumiu, a gente procurou e ele estava estirado lá no pasto, morto bem morto que acho de uma tristeza assim sentimental seu Zé Jiló!

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Uma operação da Polícia Militar de Minas Gerais in Uma operação da Polícia Militar de Minas Gerais intensificou o combate ao tráfico de drogas e resultou na apreensão de uma grande quantidade de entorpecentes na madrugada desta segunda-feira (12), em Rio Paranaíba.

A ação teve início após a PM receber informações de que uma mulher estaria transportando drogas do município de Lagoa Formosa com destino a Belo Horizonte. Diante da denúncia, as equipes desencadearam uma operação e passaram a monitorar veículos que trafegavam pela região.

Durante a ação, um ônibus intermunicipal de transporte de passageiros foi abordado nas proximidades do trevo de Rio Paranaíba. No momento da fiscalização, uma das passageiras apresentou nervosismo excessivo e tentou enviar diversas mensagens pelo celular, o que levantou suspeitas por parte dos policiais.

Após a conferência dos bilhetes de passagem e das bagagens, os militares realizaram buscas nas malas da suspeita, onde localizaram diversas barras de entorpecentes. Ao todo, foram apreendidos aproximadamente 25 quilos de drogas, sendo 24 barras de maconha e uma barra de pasta base.

Diante dos fatos, a mulher recebeu voz de prisão e foi encaminhada, juntamente com o material apreendido, à Delegacia de Polícia Civil, onde foram adotadas as providências legais cabíveis.
Na sexta-feira (10/01/2026), durante visitas aos h Na sexta-feira (10/01/2026), durante visitas aos hospitais de Patos de Minas para levantamento de informações sobre as vítimas do grave acidente com ônibus ocorrido no dia 06/01, a equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi informada por uma assistente social sobre uma situação comovente envolvendo duas crianças, de 5 e 8 anos.

As crianças estavam envolvidas em um acidente registrado no dia 08/01, que resultou em uma vítima fatal, e demonstravam profunda tristeza por acreditarem que seu animal de estimação, a calopsita “Chico”, havia morrido no ocorrido.

Sensibilizados, os policiais iniciaram diligências e buscaram informações junto às equipes que atuaram no atendimento do acidente. A boa notícia veio após contato com os operadores do guincho, que informaram que a calopsita havia sido encontrada viva, em meio às ferragens do veículo.

Como os pais das crianças permanecem internados no Hospital Regional Antônio Dias, os policiais conduziram as crianças e a tia responsável até o local para o reencontro com o animal. A calopsita Chico foi encontrada saudável e bem cuidada, trazendo alívio e alegria em meio a um momento difícil para a família.
O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, por O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, por meio da 2ª Companhia de Atendimento em Campos Altos, realizou na noite desta sexta-feira (09/01), por volta das 23h, a captura de um animal silvestre no município de São Gotardo.

A ocorrência foi registrada em uma residência, onde um tamanduá-mirim foi encontrado acuado sob o tanque de lavar roupas, no interior do imóvel. Segundo os bombeiros, o animal não tinha possibilidade de sair espontaneamente, o que representava risco de estresse ao próprio animal e de contato involuntário com os moradores.

A guarnição realizou a contenção utilizando equipamentos de proteção individual e técnicas adequadas para manejo de fauna silvestre. O tamanduá foi capturado sem ferimentos, acondicionado em caixa de transporte apropriada e, posteriormente, solto em área de habitat natural compatível, distante da zona urbana e em local seguro.
Um princípio de incêndio mobilizou a Polícia Milit Um princípio de incêndio mobilizou a Polícia Militar e Corpo de Bombeiros em Carmo do Paranaíba após acionamento para uma ocorrência em um galpão industrial. No local, os militares constataram que o fogo não atingiu a estrutura da fábrica, ficando restrito a um pequeno amontoado de serragem em área externa, nos fundos de uma fábrica de móveis.

Para o controle das chamas e realização do rescaldo, foram utilizados aproximadamente 600 litros de água. A rápida intervenção evitou que o fogo se alastrasse e causasse danos maiores ao imóvel ou a áreas vizinhas.

O responsável pela fábrica esteve no local e foi orientado pelos policiais sobre os riscos e a proibição de realizar queimadas de lixo ou resíduos dentro do perímetro urbano. Esse tipo de prática representa perigo à segurança pública, podendo provocar incêndios de grandes proporções, atingir imóveis próximos, causar danos ao meio ambiente e oferecer riscos à saúde da população, além de configurar infração passível de penalidades.

Não houve registro de feridos nem de danos estruturais à fábrica.
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