Carro cai de ponte e para sobre trilhos da ferrovia na BR-262, em Ibiá Homem morre afogado no Rio Paranaíba em Patos de Minas Motorista morre após perder o controle da direção e bater contra árvores na Avenida JK, em Patos de Minas Polícia Militar intensifica patrulhamento rural para garantir segurança durante a safra do café em Rio Paranaíba Padrasto é preso após menina de 6 anos denunciar agressões em escola de Patos de Minas PRF apreende 600 quilos de pólvora clandestina transportados ilegalmente na BR-262 Polícia Civil indicia jovem por tentativa de homicídio após atear fogo em amigo durante confraternização em Lagamar Homem é preso após ameaçar matar a mãe e a irmã em Patos de Minas
Sicoob

Funcionários dos Correios suspendem greve no Triângulo e Alto Paranaíba

LATICINIO
prefeitura
seucarro

Assim como no resto do país, os funcionários dos Correios do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba decidiram, em assembleia realizada nesta terça-feira (17), suspender a greve aceitando proposta do Tribunal Superior do Trabalho (TST) de prorrogação do atual acordo coletivo da categoria até a data do julgamento do dissídio. A greve foi iniciada no último dia 10.

Os trabalhadores, entretanto, decidiram manter o chamado “estado de greve” até o julgamento do dissídio coletivo, marcado para 2 de outubro.

“Neste momento, com a negociação já ajuizada e sem garantias de novos acordos até a data do julgamento, é necessário manter o diálogo e intensificar os movimentos e atos públicos na defesa dos Correios e na luta contra a privatização”, afirmou a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect).

estacao
psi

Na área de abrangência do Sindicato dos Trabalhadores nos Correios e Telégrafos de Uberaba e Região (Sintect-URA), que contempla 156 cidades da região, cerca de 200 funcionários haviam aderido ao movimento, segundo o presidente Wolnei Cápolli.

“Deliberamos por parar a greve por recomendação do TST, que vai julgar nosso acordo coletivo de trabalho. Estamos seguindo todas as determinações do TST”, comentou o sindicalista.

No último dia 12, o ministro do TST, Maurício Godinho Delgado, já havia determinado que 70% dos funcionários dos Correios voltassem ao trabalho.

Em nota, os Correios destacaram que a suspensão da paralisação foi a condição para que a empresa aceitasse a proposta do TST de manter as cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2018/2019 até a data do julgamento do dissídio coletivo.

“A empresa espera chegar a um entendimento razoável sobre o ACT 2019/2020, com a confiança de que o Tribunal reconhece a importância de, neste momento, retomar o equilíbrio financeiro de uma empresa tão estratégica quanto os Correios”, afirmou.

Segundo a estatal, já foram implementadas medidas para que o fluxo postal e as entregas sejam normalizados “o mais rápido possível”, incluindo o deslocamento de empregados administrativos para auxiliar na operação e a realização de mutirões nos fins de semana.

“A rede de atendimento dos Correios está aberta em todo o país e os serviços, inclusive SEDEX e PAC, continuam sendo postados e entregues em todos os municípios”, informou a empresa, que classificou a paralisação dos últimos dias de “parcial”.

Reivindicações

O reajuste salarial de 0,8% é um dos principais pontos reclamados pela categoria, que também quer impedir a redução dos salários e de benefícios.

Os trabalhadores ainda querem a reconsideração quanto a retirada de pais e mães do plano de saúde, melhores condições de trabalho e outros benefícios.

Os funcionários também são contra a privatização da estatal, incluída no mês passado no programa de privatizações do governo Bolsonaro.

“Se não fosse a greve, a direção da ECT manteria a intransigência, não negociaria e se aproveitaria da reforma trabalhista, que acabou com a ultratividade (manutenção do acordo até que outro seja assinado). E passaria a aplicar só o que está na CLT. Ou seja, daríamos adeus a vários direitos com o adicional de férias, o anuênio, o ticket peru e outros”, disse, em nota a Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (Findect).

A direção dos Correios informou ter participado de dez encontros com os representantes dos trabalhadores para apresentar propostas dentro das condições possíveis, “considerando o prejuízo acumulado na ordem de R$ 3 bilhões”.

“Os Correios buscaram construir uma proposta de acordo coletivo de trabalho dentro das condições financeiras suportadas pelo caixa da empresa. As federações, por sua vez, reivindicam vantagens impossíveis de serem concedidas no atual momento da empresa e da própria economia do país”, afirmou a estatal.

Fonte: G1

COMPARTILHAR:

Goldnet
Escrito por

Redação Paranaíba Agora

O portal Paranaíba Agora completa oito anos levando informação com responsabilidade e credibilidade para todo Alto Paranaíba.