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Dos 97 trabalhadores resgatados em situação análoga à escravidão em Rio Paranaíba, seis eram adolescentes e uma delas está grávida

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Foto: Ministério Público do Trabalho/Divulgação

Quase 100 pessoas foram resgatadas em condições análogas à escravidão em uma empresa de beneficiamento de alho no município de Rio Paranaíba. A operação Resgate III foi deflagrada em mais de 15 estados do Brasil e retirou mais 523 pessoas condições degradantes de trabalho.

De acordo com as informações, ao todo em Rio Paranaíba foram resgatadas 97 pessoas, sendo que entre elas estavam seis adolescentes. Uma das jovens está grávida. No ambiente de trabalho não havia banheiros suficientes, área para aquecimento da alimentação e cadeiras para que os empregados pudessem se sentar.

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Os trabalhadores ainda não tinham carteira de trabalho assinada e nem receberam EPI(s). A empresa que empregavam as vítimas foi multada em R$ 391.876,58, sendo que este valor, R$ 315.176,58 em verbas trabalhistas e R$ 76.700,00 de indenização por danos morais individuais causado à cada pessoa submetida à situação de trabalho análogo à escravidão.

Foto: Ministério Público do Trabalho/Divulgação

Além disso, os trabalhadores também receberam passagens para o retorno às suas cidades de origem. Segundo o MPT-MG, os trabalhadores eram cidades mineiras e vários estados, sendo a maior parte do Maranhão.

EMPRESA SE MANIFESTA

No último dia 30 de agosto, data da operação na cidade, a reportagem do Paranaíba Agora divulgou as informações fornecedas pelo Ministério Público do Trabalho e a própria empresa entrou em contato com a nossa redação informando que muitos dos trabalhadores se recusavam a ter suas carteiras de trabalho assinada, por medo de perder algum benefício social como o bolsa família.

A empresa ainda afirmou que as portas estão sempre abertas para quem quiser conhecer o trabalho. Nesta terça-feira (12), no entanto, voltamos a entrar em contato com a empresa e aguarda um retorno. O espaço permanecerá aberto para a manifestação, caso ocorra.

Com informações do Ministério Público do Trabalho.

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Escrito por

Redação Paranaíba Agora

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