
Na nota, a Amovin expressa “profundo repúdio” à decisão e afirma que a maioria dos vereadores optou por ignorar o sofrimento causado pelos fogos ruidosos, especialmente às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), idosos, animais e pessoas com deficiência.
A associação também destacou que apenas o vereador Brenno Resende, autor do projeto, procurou a diretoria da entidade para entender as demandas da comunidade antes da votação. Segundo o documento, nenhum outro vereador procurou a associação para dialogar ou ouvir os relatos das famílias afetadas.
“É um ato de total descaso com a causa que defendemos”, diz a nota. A Amovin considera a decisão da Câmara um “lamentável retrocesso” e um indicativo da falta de sensibilidade dos representantes eleitos.
Ainda conforme o texto, a entidade reafirma seu compromisso com a defesa dos direitos das pessoas com deficiência e promete continuar lutando por leis que garantam o bem-estar de toda a sociedade, inclusive por medidas que protejam pessoas vulneráveis da exposição ao barulho causado pelos fogos com estampido.
A nota foi publicada oficialmente nesta quarta-feira (06) e gerou novas reações de apoio à entidade nas redes sociais.
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