
A vítima mais recente foi Reinaldo Eurípedes de Oliveira Júnior, 37 anos, natural de Araguari. Ele foi espancado pelos colegas de cela e não resistiu aos ferimentos.
Quando os policiais penais chegaram, um dos presos estava próximo à grade e assumiu a autoria do crime. Os motivos que levaram o detendo, de 26 anos, a matar o colega não foram informados.
Antes do crime, em 14 de agosto, o detento escreveu uma carta, de próprio punho, ao promotor de Justiça. Ele pediu a transferência para uma APAC (Associação de Proteção e Assistência aos Condenados). Citou que já havia cumprido seis anos da pena e que queria mais contato com a família, em especial, com a mãe que está doente.
Na carta também citou que tinha um namorado e que estava sendo ameaçado dentro do pavilhão LGBT da penitenciária. Apesar do alerta, o detento não foi transferido e acabou assassinado.
O caso será investigado pelo Ministério Público e pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (SEJUSP).
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