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Time alternativo do Galo segura pressão fora de casa, vence e iguala a Chape na tabela

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De olho na sequência difícil que o time terá pela frente, com quartas de final da Copa do Brasil, clássico contra o Cruzeiro e oitavas da Libertadores, o técnico Roger Machado poupou a maioria dos titulares e conseguiu uma importante vitória.  O time reserva do Galo suportou bem a pressão da Chape e volta para BH com os três pontos.

COMO FICOU?

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Com o resultado, Chapecoense e Atlético-MG ficam colados na tabela de classificação, com 13 pontos, três a mais que o Bahia, que abre a zona de rebaixamento. Os catarinenses, com uma vitória a mais, levam vantagem e estão em 13º. Segunda-feira, dia 3 de julho, o compromisso é contra o Fluminense, no Rio de Janeiro, às 20h (de Brasília), com local indefinido: Edson Passos ou Maracanã. Já o Galo, em 14°, tem o clássico com o Cruzeiro pela frente, domingo, no Independência, mas antes conta com a volta dos titulares, quinta-feira, às 19h30, pelas quartas de final da Copa do Brasil.

PRIMEIRO TEMPO

Tratava-se até de uma situação lógica: o Atlético-MG com um time todo reserva e jogando fora de casa, fez a “gentileza” de dar a bola a Chapecoense. Fechado na defesa, deixou o time da casa ditar as ações ofensivas da partida e…se deu bem. Com mudanças na defesa e no meio, o Verdão voltou a demonstrar os erros que resultaram em 17 gols sofridos e quatro derrotas nos últimos cinco jogos: falta de criatividade no ataque e vulnerabilidade na defesa. E foi aí que o Galo cantou na Arena Condá.

Após passe errado de Rossi para Lucas Mineiro no meio, a jogada desenrolou até Valdivia driblar Girotto com facilidade na direita e cruzar para Marlone finalizar com mais facilidade ainda: 1 a 0. A vantagem não iludiu o Atlético, que seguiu sua estratégia bem definida diante de uma Chape refém de bolas esticadas para Rossi e que cansava de cruzar para area. Na única vez que deu certo, Wellington Paulista cabeceou livre para fora. Derrota no intervalo, e vaias na saída para o vestiário.

SEGUNDO TEMPO

A desvantagem e a atuação ruim no primeiro tempo levaram Mancini a uma decisão emergencial: se mandar para o ataque. Saiu Luiz Antonio, entrou Lourency, que teve a primeira oportunidade na temporada – como tinha acontecido com Perotti e Lucas Mineiro. E a Chape pressionou, amassou o Galo em seu campo, mas seguia com muita dificuldade em criar. Por mais que tivesse espaço e posse, insistia nas bolas aéreas.

Recuado, o Atlético-MG se salvava como podia, sem medo de “chutar a bola para o mato”. Valdivia e Rafael Moura esperavam chance de contragolpe, mas a Chape seguia em cima. E seguia levantando bola de tudo quanto é jeito. Nada muito efetivo, tanto que a chance mais “clara” foi um carrinho para fora de Rossi. Melhor para os mineiros, que souberam defender e voltam para casa com titulares descansados para Copa do Brasil e com três pontos no Brasileirão.

Fonte: Globo Esporte

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Escrito por

Redação Paranaíba Agora

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