
Em um dos episódios mais recentes, uma cachorra morreu no local após ser atropelada. O impacto foi tão forte que, conforme o relato, o veículo passou sobre a região do pescoço, deixando marcas visíveis do pneu. O animal não resistiu aos ferimentos.
Outro caso, considerado ainda mais grave pelos moradores, ocorreu nas proximidades de uma instituição financeira da cidade. A cachorra atingida teve lesões severas, com exposição de órgãos internos, em um cenário descrito como um dos mais violentos já vistos por quem presenciou a cena. O animal também morreu.
Há ainda registros de atropelamentos em outras regiões do município e até mesmo em distrito da região, com morte dos animais. Em alguns casos, moradores tentaram buscar imagens de câmeras de segurança para identificar os responsáveis, mas relataram dificuldades, como ausência de gravações ou falhas no momento dos acidentes.
“É uma cidade pequena demais para ter tantos atropelamentos assim. Não estamos falando de um caso só. São vários, em sequência, e alguns com uma crueldade absurda”, relatou uma moradora, que pediu para não ser identificada.
Segundo os relatos, em muitos episódios não houve qualquer tentativa de socorro aos animais, o que agrava ainda mais a situação. A percepção entre moradores é de que os casos acabam sem investigação efetiva, o que contribui para a sensação de impunidade.
Além do sofrimento imposto aos animais, os atropelamentos frequentes também representam risco à população, especialmente a pedestres, ciclistas e motociclistas, reforçando a necessidade de mais atenção e cautela no trânsito urbano.
A legislação brasileira considera crime os maus-tratos contra animais, incluindo situações em que há sofrimento extremo ou morte, além da omissão de socorro. Casos como esses podem e devem ser denunciados.
Moradores e entidades de proteção animal reforçam o pedido para que situações de atropelamento, abandono ou maus-tratos sejam comunicadas imediatamente aos canais oficiais, como o 190 (Polícia Militar) ou o 181 (Disque Denúncia).









