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Prefeito de Perdizes renuncia depois de ser preso recebendo propina

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O prefeito de Perdizes, Fernando Marangoni (PSDB), o Fernandinho, renunciou ao cargo na noite desta terça-feira (23). Ele assinou o documento, que foi entregue à Justiça Eleitoral, de dentro do Presídio Professor Jacy de Assis, para onde foi levado após ser flagrado recebendo R$ 20 mil em propina na cidade de Uberlândia. No documento, o político pediu desculpas pelo ensejo e informou que o motivo da renúncia é pessoal.

O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da Prefeitura na manhã desta quarta-feira (24) para saber se ele continua preso, mas a informação ainda não foi confirmada. Foi esclarecido que o departamento jurídico da Prefeitura está providenciando os trâmites legais para que o vice-prefeito, Vinícius Barreto, seja empossado.


A prisão ocorreu durante o cumprimento de mandados da Operação “Isonomia”, desencadeada pelo Ministério Público Estadual (MPE), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Uberlândia e da Coordenadoria Regional das Promotorias de Justiça de Defesa do Patrimônio Público, e contou com quatro promotores, 45 policiais militares e rodoviários federais e 12 viaturas policiais.

A investigação apura a contratação irregular de um escritório de advocacia situado em Uberlândia para prestação de serviços de compensação de créditos tributários a prefeituras do Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas, nos anos de 2015 e 2016.

Os mandados foram cumpridos nesta terça-feira (23) em Uberlândia, Canápolis, Carmo do Paranaíba e Presidente Olegário. Ao todo, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão e um mandado de condução coercitiva. Além disso, o ex-prefeito de Canápolis, Diógenes Borges, foi autuado por porte ilegal de arma de fogo. Ele pagou fiança e, conforme o MP, deve se apresentar para esclarecimentos.

Fonte: G1

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