
Segundo a empresa, a medida deve impactar diretamente a produção anual, com queda estimada de cerca de 1 milhão de toneladas de fosfato. Além disso, a Mosaic informou que pretende vender os ativos localizados em Araxá.
Em Patrocínio, a empresa afirmou que o projeto relacionado ao nióbio será mantido, ainda em fase de avaliação técnica, com etapas de amostragem e análise em andamento.
A companhia não detalhou o número de funcionários que serão desligados. No entanto, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Extração Mineral, Químicas e de Fertilizantes de Araxá e Região (Sima), Vicente Magalhães, estima que somente em Araxá as demissões podem ultrapassar 1.200 trabalhadores, entre empregados diretos e terceirizados, até julho deste ano.
Ainda de acordo com o sindicato, ao menos 43 trabalhadores já foram desligados, e a tendência, caso não haja mudanças no cenário, é que apenas uma equipe mínima permaneça nas unidades para serviços de manutenção e vigilância.
A Mosaic afirmou que o impacto financeiro nas operações principais deve ser limitado, em razão dos preços elevados do enxofre, insumo utilizado na produção. A empresa também destacou que custos operacionais devem ser reduzidos significativamente com a paralisação.
A expectativa é de economia anual entre 20 milhões e 30 milhões de dólares com a venda dos ativos, além de redução entre 70 milhões e 80 milhões de dólares nos custos operacionais.
Por fim, a empresa informou que todo o processo de paralisação e desmobilização seguirá as normas de segurança, meio ambiente e gestão de barragens.









