Após a repercussão sobre a destinação irregular de caçambas de entulho em Carmo do Paranaíba, o Ministério Público de Minas Gerais avançou na cobrança de uma solução para o problema. Nesta sexta-feira (13), a promotora de Justiça Thalita Célia de Oliveira realizou uma reunião com representantes do Município para tratar especificamente da destinação dos resíduos sólidos oriundos das caçambas.
No encontro, ficou definido que, a partir do dia 18 de fevereiro de 2026, metade das caçambas recolhidas será encaminhada para a empresa Conserbras, onde o material passará por trituração e será reaproveitado no cascalhamento de uma área do aterro. A outra metade será destinada, de forma provisória, para uma área mais afastada da zona urbana.

A atuação do Ministério Público ocorre após questionamentos sobre a forma como os resíduos vinham sendo descartados, tema que gerou reclamações e debate na cidade. Com a nova definição, a expectativa é de que o município passe a dar uma destinação mais regular e ambientalmente adequada ao material recolhido pelas caçambas, enquanto aguarda a liberação definitiva da área licenciada para esse fim.











