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Mesmo nome, rostos diferentes: professor é preso no lugar de traficante que falsificou documentos com seus dados pessoais

Redação Paranaíba Agora Por Redação Paranaíba Agora
28 de março de 2024
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A esquerda Pedro Henrique de Castro Borges, professor universitário. A direita, o homem que se passou por Pedro (O nome do suspeito foi retirado a pedido do advogado da vítima) — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

Pedro Henrique de Castro Borges, professor universitário de 33 anos, foi preso por engano em João Pinheiro, no Noroeste de Minas, na última quinta-feira (21). Segundo a Polícia Militar (PM), em 2019, um mandado de prisão em decorrência de tráfico de drogas com o nome do professor teria sido emitido em Aparecida de Goiânia (GO) e, a partir daí, a equipe de inteligência passou a monitorá-lo.

Na quinta, policiais à paisana abordaram o professor na entrada da universidade e o acusaram do crime. Ao mostrarem o documento registrado no Boletim de Ocorrência, a vítima se surpreendeu com a carteira de identidade onde constava o nome e dados pessoais iguais aos dele, mas com a foto de outra pessoa.

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“Me questionaram sobre diversos dados pessoais e eu confirmei. Foi quando eles começaram a me levar para fora [da universidade] e me assustei, não queria sair dali porque eles não tinham nenhuma identificação da PM. Eles me seguraram pelas pernas e eu fiquei me debatendo no chão. Outro policial chegou, apontou uma arma para mim e disse que a situação era feia “, contou Pedro.

Ao perceber o equivoco, o professor contou aos policiais que realmente os dados que constavam no documento eram os dele, mas que ele não era o homem da foto.

Pedro também explicou que havia dois processos em andamento, de 2020 e 2022, em que ele havia denunciado o suspeito por falsificar os seus documentos para realizar compras no valor de R$ 25 mil.

“Mesmo confirmando a veracidade dos processos, ainda sim os policiais levaram o Pedro para Paracatu. Segundo ele, durante toda a viagem os policiais se questionavam sobre o que estavam fazendo, e cogitavam levar o professor novamente para João Pinheiro. Eles já estavam desconfiando que pudesse ser um caso de homônimo”, ressaltou o advogado Guilherme Borges.

Em Paracatu, Pedro foi levado para a delegacia da Polícia Civil, onde mais uma vez os policiais suspeitaram que um erro estava ocorrendo e que o caso se tratava de uma possível falsificação de documento, como consta nos dois processos abertos pelo professor em 2020 e 2022.

Contudo, ainda na quinta, Pedro foi preso e encaminhado para o presídio, onde ficou detido até domingo (24).

“O real suspeito é um traficante de Goiás que sempre utiliza o nome de Pedro Henrique, mas com variações de sobrenome. Na data em que ele foi abordado pelo tráfico de drogas, ele entregou o documento que constava os dados do meu meu cliente”, explicou Guilherme.

Na sexta (22), A reportagem entrou em contato com familiares de Pedro, que manifestaram indignação com o ocorrido:

“Passamos por um grande susto em função da prisão equivocado do Pedro. A família mobilizou na busca de informações e tudo está esclarecido. Houve uma falsificação da Carteira de Identidade do Pedro, que foi utilizado por um meliante envolvido com tráfico de drogas, na cidade de Aparecida de Goiana, local onde Pedro nunca esteve. Foi expedido mandado de prisão em nome do Pedro em 2022. No dia 22/02/2024 houve a prisão do ‘Pedro meliante’. Hoje, a polícia está com 2 Pedros sobre custódia. Isso é sinal da desorganização na comunicação do nosso sistema judiciário. Nosso Pedro ainda está sobre custódia, mas esperamos que logo estará junto a família”, disse Gustavo Gattás, cunhado do Pedro.

Após três dias preso, a juíza Wilsianne Ferreira Novato, de Aparecida de Goiânia (GO), emitiu o alvará de soltura que comprova a inocência de Pedro.

“Ademais, ao que tudo indica, o requerente Pedro Henrique de Castro Borges está detido sem ter cometido a infração penal, na medida em que, nem mesmo, as características físicas do documento de identificação colacionado nos autos principais são colidentes com as do requerente (vide imagens contidas às fls. 5, 6 e 34/36 dos autos digitais). Diante do exposto, com fundamento nos artigos 310, 313 e 321 do Código de Processo Penal, julgo procedente o pedido de revogação da prisão preventiva e concedo a liberdade provisória para Pedro Henrique de Castro Borges”, disse na decisão.

A reportagem também entrou em contato com a Polícia Civil para saber sobre a prisão equivocada e aguarda retorno. O suspeito está foragido.

“Agora, graças a Deus estou em casa, mas o medo de que a situação se repita é inevitável. Afinal, como o verdadeiro suspeito não foi preso pode ser que ocorra. Eu fiquei dias sem contato com a minha esposa, para ela foi um choque. Espero que conseguir limpar meu nome e minha ficha”, contou o professor.

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Redação Paranaíba Agora

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Comments 1

  1. Lobo do Cerrado says:
    2 anos atrás

    Para começar,seria oportuno um belo processo criminal!Haja incompetência!Afinal a vítima foi presa injustamente!Exposta e humilhada e ainda passou três dias num presídio!

    Responder

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Uma operação da Polícia Militar de Minas Gerais in Uma operação da Polícia Militar de Minas Gerais intensificou o combate ao tráfico de drogas e resultou na apreensão de uma grande quantidade de entorpecentes na madrugada desta segunda-feira (12), em Rio Paranaíba.

A ação teve início após a PM receber informações de que uma mulher estaria transportando drogas do município de Lagoa Formosa com destino a Belo Horizonte. Diante da denúncia, as equipes desencadearam uma operação e passaram a monitorar veículos que trafegavam pela região.

Durante a ação, um ônibus intermunicipal de transporte de passageiros foi abordado nas proximidades do trevo de Rio Paranaíba. No momento da fiscalização, uma das passageiras apresentou nervosismo excessivo e tentou enviar diversas mensagens pelo celular, o que levantou suspeitas por parte dos policiais.

Após a conferência dos bilhetes de passagem e das bagagens, os militares realizaram buscas nas malas da suspeita, onde localizaram diversas barras de entorpecentes. Ao todo, foram apreendidos aproximadamente 25 quilos de drogas, sendo 24 barras de maconha e uma barra de pasta base.

Diante dos fatos, a mulher recebeu voz de prisão e foi encaminhada, juntamente com o material apreendido, à Delegacia de Polícia Civil, onde foram adotadas as providências legais cabíveis.
Na sexta-feira (10/01/2026), durante visitas aos h Na sexta-feira (10/01/2026), durante visitas aos hospitais de Patos de Minas para levantamento de informações sobre as vítimas do grave acidente com ônibus ocorrido no dia 06/01, a equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi informada por uma assistente social sobre uma situação comovente envolvendo duas crianças, de 5 e 8 anos.

As crianças estavam envolvidas em um acidente registrado no dia 08/01, que resultou em uma vítima fatal, e demonstravam profunda tristeza por acreditarem que seu animal de estimação, a calopsita “Chico”, havia morrido no ocorrido.

Sensibilizados, os policiais iniciaram diligências e buscaram informações junto às equipes que atuaram no atendimento do acidente. A boa notícia veio após contato com os operadores do guincho, que informaram que a calopsita havia sido encontrada viva, em meio às ferragens do veículo.

Como os pais das crianças permanecem internados no Hospital Regional Antônio Dias, os policiais conduziram as crianças e a tia responsável até o local para o reencontro com o animal. A calopsita Chico foi encontrada saudável e bem cuidada, trazendo alívio e alegria em meio a um momento difícil para a família.
O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, por O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, por meio da 2ª Companhia de Atendimento em Campos Altos, realizou na noite desta sexta-feira (09/01), por volta das 23h, a captura de um animal silvestre no município de São Gotardo.

A ocorrência foi registrada em uma residência, onde um tamanduá-mirim foi encontrado acuado sob o tanque de lavar roupas, no interior do imóvel. Segundo os bombeiros, o animal não tinha possibilidade de sair espontaneamente, o que representava risco de estresse ao próprio animal e de contato involuntário com os moradores.

A guarnição realizou a contenção utilizando equipamentos de proteção individual e técnicas adequadas para manejo de fauna silvestre. O tamanduá foi capturado sem ferimentos, acondicionado em caixa de transporte apropriada e, posteriormente, solto em área de habitat natural compatível, distante da zona urbana e em local seguro.
Um princípio de incêndio mobilizou a Polícia Milit Um princípio de incêndio mobilizou a Polícia Militar e Corpo de Bombeiros em Carmo do Paranaíba após acionamento para uma ocorrência em um galpão industrial. No local, os militares constataram que o fogo não atingiu a estrutura da fábrica, ficando restrito a um pequeno amontoado de serragem em área externa, nos fundos de uma fábrica de móveis.

Para o controle das chamas e realização do rescaldo, foram utilizados aproximadamente 600 litros de água. A rápida intervenção evitou que o fogo se alastrasse e causasse danos maiores ao imóvel ou a áreas vizinhas.

O responsável pela fábrica esteve no local e foi orientado pelos policiais sobre os riscos e a proibição de realizar queimadas de lixo ou resíduos dentro do perímetro urbano. Esse tipo de prática representa perigo à segurança pública, podendo provocar incêndios de grandes proporções, atingir imóveis próximos, causar danos ao meio ambiente e oferecer riscos à saúde da população, além de configurar infração passível de penalidades.

Não houve registro de feridos nem de danos estruturais à fábrica.
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