Cadela em situação de rua é atropelada por caminhonete que deixa o local sem prestar socorro em Carmo do Paranaíba Mulher é presa e adolescente é apreendido suspeitos de fornecer bebida alcoólica a menores em São Gonçalo do Abaeté Detento é encontrado morto dentro de penitenciária em Patrocínio Fiat Strada furtada em Belo Horizonte é recuperada pela PM após tentativa de fuga em Carmo do Paranaíba Adolescente de 15 anos morre após ser atingido por carro em Guarda dos Ferreiros Polícia Militar e Polícia Civil apreendem 87 tabletes de drogas em São Gotardo Polícia Militar, Prefeitura e organização definem reforço na segurança da Festa do Fazendeiro em Rio Paranaíba CISPAR abre processo seletivo com 26 vagas para profissional de apoio em Rio Paranaíba
Sicoob
ECONOMIA

Medicamentos podem ficar até 3,81% mais caros a partir desta terça-feira (31)

Reajuste foi autorizado pelo governo federal, mas não será aplicado automaticamente
LATICINIO
prefeitura
seucarro

Os preços dos medicamentos vendidos no Brasil podem sofrer reajuste a partir desta terça-feira (31), com aumento máximo de até 3,81%, conforme resolução publicada pelo governo federal no Diário Oficial da União.

O percentual foi definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), responsável por estabelecer os limites de preços no país.

estacao
psi

A resolução prevê três faixas de reajuste, que funcionam como teto: até 3,81% (nível 1), até 2,47% (nível 2) e até 1,13% (nível 3). A divisão considera fatores como concorrência e quantidade de fabricantes no mercado.

De forma geral, medicamentos com maior número de concorrentes, especialmente genéricos, tendem a se enquadrar na faixa com maior teto de aumento. Já produtos com menor concorrência ficam nos níveis mais baixos.

Entre os remédios mais comuns no tratamento de doenças crônicas, como hipertensão, colesterol e diabetes, muitos estão no nível 1, por terem ampla oferta no mercado. Já medicamentos mais recentes ou com menor número de opções disponíveis tendem a ter reajustes menores.

Apesar da autorização, o aumento não é automático. As indústrias podem decidir se irão aplicar o reajuste e em qual percentual, desde que respeitem o limite estabelecido. Além disso, os repasses podem ocorrer de forma gradual ao longo dos próximos meses.

No Brasil, os preços dos medicamentos são controlados. A CMED define o Preço Fábrica, que é o valor máximo cobrado pela indústria, e o Preço Máximo ao Consumidor, que limita o valor nas farmácias.

Para o consumidor, o impacto varia conforme o tipo de medicamento e a frequência de uso. Quem depende de tratamentos contínuos tende a sentir mais os efeitos ao longo do tempo.

Por outro lado, a concorrência entre marcas, a presença de genéricos e as políticas de desconto das farmácias podem reduzir ou até neutralizar o aumento em alguns casos.

COMPARTILHAR:

Goldnet
Escrito por

Redação Paranaíba Agora

O portal Paranaíba Agora completa oito anos levando informação com responsabilidade e credibilidade para todo Alto Paranaíba.