
Segundo o comando da operação, além do galpão totalmente consumido pelas chamas, outros dois imóveis próximos — um segundo galpão de dimensões semelhantes e um prédio administrativo — foram preservados graças à ação de contenção e resfriamento realizada pelas equipes no local.
Para o combate ao incêndio e realização do rescaldo, foram utilizadas cerca de 280 mil litros de água. A operação contou com o empenho de quatro viaturas do Corpo de Bombeiros e nove militares, além do apoio de retroescavadeiras, caminhões-pipa e civis, que auxiliaram principalmente no abastecimento de água e na logística da operação.
O trabalho se concentrou no isolamento da área atingida, no confinamento das chamas e na proteção das estruturas vizinhas para evitar que o fogo se alastrasse pelo complexo. Parte do material destruído incluía grande volume de papelão, altamente inflamável, o que dificultou o controle total do incêndio e exigiu atenção redobrada durante o rescaldo para evitar reignição.
Apesar dos prejuízos materiais, não houve registro de feridos. Após o controle das chamas, as equipes permaneceram no local para eliminar focos residuais e garantir a segurança da área.
As causas do incêndio ainda serão apuradas por meio de perícia técnica. O caso reforça a vulnerabilidade da região em ocorrências desse porte, já que São Gotardo ainda não possui uma unidade própria do Corpo de Bombeiros, o que aumenta o tempo de resposta em situações emergenciais de grande escala.











