Bitrem carregado com açúcar tomba na BR-354 após manobra para evitar colisão em Lagoa Formosa Jovem de 21 anos morre soterrado após desabamento de estrutura em propriedade rural entre Araxá e Ibiá Homem de 69 anos fica ferido após capotamento na estrada para Quintinos, em Carmo do Paranaíba Morre aos 61 anos o jornalista, radialista e cantor Humberto Correia, de Patrocínio Agente de saúde é esfaqueada durante briga dentro de PSF em Lagoa Grande Mãe é presa após filha de 5 anos chegar na escola com marcas de chineladas no rosto Homem de 45 anos morre após cair de andaime de cinco metros em Araxá Vídeo: Homem tenta enforcar esposa, a agride e tenta atropelá-la em Patrocínio
Sicoob

Governo de MG ainda não calculou impacto do aumento salarial para enfermagem

LATICINIO
prefeitura
seucarro

O governo de Minas ainda não tem um cálculo sobre o impacto no orçamento da lei que estabelece o piso nacional para a enfermagem, sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) na quinta-feira (4). O texto determina que enfermeiros tenham remuneração mínima de R$ 4.750, enquanto técnicos de enfermagem receberão R$ 3.325 e auxiliares, R$ 2.375.

De acordo com a Secretaria de Estado de Planejamento, “há aspectos jurídicos e operacionais envolvidos na aplicação da norma que deverão ser analisados e esclarecidos” e ainda não há uma estimativa sobre quanto a nova lei poderá impactar nos hospitais da rede pública estadual.

Atualmente, a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) administra três unidades de urgência e emergência (incluindo o Hospital João XXIII), cinco hospitais de referência, duas unidades de especialidades, cinco unidades de reabilitação e três hospitais dedicados a saúde mental. Na lista está ainda o Sistema Estadual de Transplantes (MG Transplantes).

estacao
psi

“Independentemente das providências a serem tomadas para adequação ao disposto na lei federal, entendemos que deverá ser assegurada a continuidade da prestação de serviços de assistência à saúde no Estado”, garantiu a Seplag.

De acordo com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2023 do Estado de Minas, o maior gasto do governo é com folhas de pagamento dos servidores públicos. A estimativa para o ano que vem é de pagar R$ 67,3 bilhões em salários, considerando o reajuste de 10,06% concedido ao funcionalismo público neste ano.

Sem considerar o aumento salarial para os profissionais da enfermagem, o pagamento de vencimentos de servidores corresponde a 68,16% do total das receitas correntes previstas pelo Estado para 2023.

Isso acontece em um momento em que os governos estaduais e os municípios vivenciam reduções na arrecadação referente ao Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Recentemente, o Estado foi obrigado a diminuir as alíquotas do imposto sobre gasolina, etanol, querosene de aviação, telecomunicações e energia elétrica, após mudanças aprovadas pelo Congresso. Em junho, a Secretaria de Estado de Fazenda divulgou que estima uma perda de arrecadação de R$ 12 bilhões por ano por causa do teto de 18% na cobrança de ICMS para serviços essenciais.

O Tempo

COMPARTILHAR:

Goldnet
Escrito por

Redação Paranaíba Agora

O portal Paranaíba Agora completa oito anos levando informação com responsabilidade e credibilidade para todo Alto Paranaíba.