
As operações, iniciadas no dia 3 de junho, foram desencadeadas após denúncias com fortes indícios de condições análogas à escravidão na cultura do café. Conforme a PF, os trabalhadores resgatados foram aliciados no interior da Bahia e encontrados em situação de vulnerabilidade, sem acesso às condições mínimas de segurança, saúde e dignidade.
Durante as operações, foram realizadas inspeções nas propriedades rurais denunciadas, e os responsáveis foram identificados e podem ser investigados pelos crimes de redução a condição análoga à de escravo, além de outras infrações trabalhistas.
Na sexta-feira, os 16 trabalhadores receberam cerca de R$ 90 mil em verbas salariais e rescisórias. Eles também terão direito a três parcelas de seguro desemprego e tiveram o retorno para a Bahia garantidos. O Ministério Público do Trabalho ainda está em negociação de indenização por danos morais individuais para os trabalhadores.
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