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Atlético sofre novo bloqueio por dívida de R$ 65 milhões iniciada na década de 1990

Redação Paranaíba Agora Por Redação Paranaíba Agora
17 de fevereiro de 2017
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Empresários cobram do Atlético uma dívida de R$ 65 milhões por empréstimo feito ao clube no fim da década de 1990. O juiz da 24ª vara cível de Belo Horizonte, Marco Aurélio Chaves Albuquerque, ordenou ao São Paulo que não deposite o dinheiro da contratação de Lucas Pratto nas contas alvinegras, e sim, em uma conta judicial. O Alvinegro alega que já existe um recurso em Brasília que pode fazer a anulação total do crédito pedido pelos ex-parceiros e deve pedir uma liminar para a cassação da ordem judicial.

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Em entrevista, o advogado dos empresários, Carlos Alberto Arges, afirmou que o valor emprestado pela empresa foi de R$ 7 milhões, no fim da década de 1990. À época, o dinheiro serviu para o Atlético contratar o atacante Guilherme Alves e renovar os contratos dele e do zagueiro Cláudio Caçapa. O clube colocou como garantia os direitos dos atletas, mas eles saíram do Galo, e os valores não foram quitados. Há dez anos, a diretoria atleticana chegou a fazer um acordo para quitar o débito, mas os pagamentos foram interrompidos. Os empresários cobram R$ 65 milhões por conta de juros e correções.

Em nota enviada à imprensa, o Atlético afirmou que existe um recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília, que pode anular todo o crédito cobrado pela empresa. Para evitar que o São Paulo deposite o dinheiro da compra de Lucas Pratto em juízo, o jurídico do Galo cogita pedido de liminar para cassar o bloqueio.

“Sobre a causa, que tem origem no final da década de 1990, o Atlético informa que há um recurso, já admitido, no STJ, em Brasília, que, em caso de acolhimento, fará a anulação total do crédito que a empresa em questão cobra. Por sua vez, mesmo em se tratando de uma execução ainda provisória – depende de julgamento final do STJ – ainda assim a empresa pediu bloqueio das contas do clube, o que causou estranheza com acolhimento de juiz de direito de primeiro grau, conforme decisão divulgada pela mídia. Para preservar os seus direitos, o Atlético usará os dispositivos legais cabíveis, usando, inclusive, pedido de liminar para a cassação da ordem judicial”, divulgou o clube.

No entanto, o advogado diz que o pedido de tutela provisório solicitado pelo Atlético foi indeferido pelo Superior Tribunal de Justiça no dia 3 de fevereiro.

“Entramos com uma ação de execução de empréstimo que a empresa fez ao Atlético por mais de dez anos. As duas partes fizeram um acordo extrajudicial em 2007. Depois, o Atlético entrou com ação anulatória para cancelar o acordo. Foi julgado improcedente em primeira instância. Recentemente, o Atlético entrou com recurso especial, admitido pelo TJ, e entrou com pedido de tutela no STJ, que foi indeferido. A nota emitida pelo Atlético causa estranheza, porque o pedido que eles citam já foi indeferido”, afirmou Arges.

Como o valor da negociação de Lucas Pratto não chega perto da dívida cobrada pelos empresários, os advogados cobram também na Justiça o bloqueio dos direitos de televisão recebidos pelo Atlético para a temporada 2017.

Mais trabalho para o jurídico

Além do processo da empresa varejista, o Atlético sofre também com cobranças do Grêmio. O time gaúcho venceu o Galo na Justiça por causa da dívida pela contratação do goleiro Victor, em 2012. A ação movida pelo Tricolor na 17ª Vara Cível de Porto Alegre resultou no despacho do juiz Mauro Caum Gonçalves, que determinou penhora das contas do clube alvinegro.

A ‘briga’ judicial entre as diretorias das equipes se iniciou por conta da dívida do Atlético referente à compra dos direitos econômicos do goleiro Victor, em 2012. O clube gaúcho alega que os mineiros devem R$ 10,5 milhões.

Os advogados do Grêmio no caso, Nestor Hein e Leonardo Lamachia, conseguiram permissão para cobrar informações do São Paulo quanto à contratação do atacante Lucas Pratto ao Atlético. A intenção é que a primeira parcela paga pelo clube paulista não passe pelo Galo, mas seja direcionada aos cofres gaúchos – justamente por conta da dívida referente à venda de Victor.

Se o depósito do São Paulo tiver ocorrido, o Banco Central será acionado para penhorar todas as contas do Atlético. Caso não haja saldo para que o pagamento ao Grêmio seja efetuado, o clube gaúcho poderá penhorar as outras parcelas da venda de Pratto. A ação na Justiça também pede, por exemplo, o bloqueio de valores que o Galo tem a receber – como direitos de televisão.

Na segunda-feira passada, o Grêmio conseguiu na Justiça o bloqueio de R$ 10.508.626,19 referentes à venda de Pratto. O Galo negociou 50% dos direitos econômicos do atacante argentino por 6,2 milhões de euros (cerca de R$ 20,6 milhões).

Fonte: Superesportes

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Redação Paranaíba Agora

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Uma operação da Polícia Militar de Minas Gerais in Uma operação da Polícia Militar de Minas Gerais intensificou o combate ao tráfico de drogas e resultou na apreensão de uma grande quantidade de entorpecentes na madrugada desta segunda-feira (12), em Rio Paranaíba.

A ação teve início após a PM receber informações de que uma mulher estaria transportando drogas do município de Lagoa Formosa com destino a Belo Horizonte. Diante da denúncia, as equipes desencadearam uma operação e passaram a monitorar veículos que trafegavam pela região.

Durante a ação, um ônibus intermunicipal de transporte de passageiros foi abordado nas proximidades do trevo de Rio Paranaíba. No momento da fiscalização, uma das passageiras apresentou nervosismo excessivo e tentou enviar diversas mensagens pelo celular, o que levantou suspeitas por parte dos policiais.

Após a conferência dos bilhetes de passagem e das bagagens, os militares realizaram buscas nas malas da suspeita, onde localizaram diversas barras de entorpecentes. Ao todo, foram apreendidos aproximadamente 25 quilos de drogas, sendo 24 barras de maconha e uma barra de pasta base.

Diante dos fatos, a mulher recebeu voz de prisão e foi encaminhada, juntamente com o material apreendido, à Delegacia de Polícia Civil, onde foram adotadas as providências legais cabíveis.
Na sexta-feira (10/01/2026), durante visitas aos h Na sexta-feira (10/01/2026), durante visitas aos hospitais de Patos de Minas para levantamento de informações sobre as vítimas do grave acidente com ônibus ocorrido no dia 06/01, a equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi informada por uma assistente social sobre uma situação comovente envolvendo duas crianças, de 5 e 8 anos.

As crianças estavam envolvidas em um acidente registrado no dia 08/01, que resultou em uma vítima fatal, e demonstravam profunda tristeza por acreditarem que seu animal de estimação, a calopsita “Chico”, havia morrido no ocorrido.

Sensibilizados, os policiais iniciaram diligências e buscaram informações junto às equipes que atuaram no atendimento do acidente. A boa notícia veio após contato com os operadores do guincho, que informaram que a calopsita havia sido encontrada viva, em meio às ferragens do veículo.

Como os pais das crianças permanecem internados no Hospital Regional Antônio Dias, os policiais conduziram as crianças e a tia responsável até o local para o reencontro com o animal. A calopsita Chico foi encontrada saudável e bem cuidada, trazendo alívio e alegria em meio a um momento difícil para a família.
O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, por O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, por meio da 2ª Companhia de Atendimento em Campos Altos, realizou na noite desta sexta-feira (09/01), por volta das 23h, a captura de um animal silvestre no município de São Gotardo.

A ocorrência foi registrada em uma residência, onde um tamanduá-mirim foi encontrado acuado sob o tanque de lavar roupas, no interior do imóvel. Segundo os bombeiros, o animal não tinha possibilidade de sair espontaneamente, o que representava risco de estresse ao próprio animal e de contato involuntário com os moradores.

A guarnição realizou a contenção utilizando equipamentos de proteção individual e técnicas adequadas para manejo de fauna silvestre. O tamanduá foi capturado sem ferimentos, acondicionado em caixa de transporte apropriada e, posteriormente, solto em área de habitat natural compatível, distante da zona urbana e em local seguro.
Um princípio de incêndio mobilizou a Polícia Milit Um princípio de incêndio mobilizou a Polícia Militar e Corpo de Bombeiros em Carmo do Paranaíba após acionamento para uma ocorrência em um galpão industrial. No local, os militares constataram que o fogo não atingiu a estrutura da fábrica, ficando restrito a um pequeno amontoado de serragem em área externa, nos fundos de uma fábrica de móveis.

Para o controle das chamas e realização do rescaldo, foram utilizados aproximadamente 600 litros de água. A rápida intervenção evitou que o fogo se alastrasse e causasse danos maiores ao imóvel ou a áreas vizinhas.

O responsável pela fábrica esteve no local e foi orientado pelos policiais sobre os riscos e a proibição de realizar queimadas de lixo ou resíduos dentro do perímetro urbano. Esse tipo de prática representa perigo à segurança pública, podendo provocar incêndios de grandes proporções, atingir imóveis próximos, causar danos ao meio ambiente e oferecer riscos à saúde da população, além de configurar infração passível de penalidades.

Não houve registro de feridos nem de danos estruturais à fábrica.
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